CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
ORIENTAÇÃO
REGRAS DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
ORIENTAÇÃO
Fundada
em 11 de janeiro de 1999 -
Filiada a Federação Internacional de Orientação
PARTE
I
REGRAS GERAIS E ORIENTAÇÃO PEDESTRE
1.
DEFINIÇÕES
Regra 1 - Orientação é um
esporte no qual o competidor tem que passar por pontos de controle,
marcados no terreno, no menor tempo possível , auxiliado por mapa e
bússola.
Regra 2 – Os tipos de competições
de Orientação podem ser classificadas de acordo com:
1.
O
modo de deslocamento:
-
Orientação
pedestre
-
Orientação
em Bicicleta
-
Orientação
de precisão,
-
Orientação
em esquis,
-
Outros
tipos, desde que não usem motor ou
qualquer meio que polua ou cause prejuízo ao meio ambiente, salvo o caso da
cadeira de rodas dos deficientes;
2.
A
hora da competição:
-
Dia
-
Noite
3.
A natureza da competição:
-
Individual
(o indivíduo executa independentemente);
-
Revezamento
(dois ou mais competidores de uma equipe participando sucessivamente);
-
Equipe
(dois ou mais indivíduos participando juntos)
4.
O modo de determinar o resultado de competição:
- Único percurso (o resultado de um único percurso é o
resultado final da competição).
- Vários percursos (os resultados combinados de dois ou mais
percursos seguidos durante um dia ou vários dias, formam o resultado final da
competição).
- Percurso de qualificação (os competidores qualificam-se
para um percurso final que será disputado em duas ou mais categorias, sendo que
o resultado da competição é o do percurso final);
5.
A ordem na qual os controles serão visitados:
- Em ordem específica (a
ordem é prescrita no mapa)
- Sem ordem específica (o
competidor é livre para escolher a ordem)
6.
A
extensão do percurso:
-
Longa
distância;
-
Média
distância;
-
Sprint;
-
Outras
distâncias.
2.
DISPOSIÇÕES GERAIS
Regra 3 – Os regulamentos
adicionais de cada competição não podem entrar em conflito com as regras da
CBO e IOF.
Regra 4 – Nas omissões às
presentes regras, aplicam-se as regras da Federação Internacional de Orientação
e do Comitê Olímpico Brasileiro. Se a omissão persistir, a Diretoria
Executiva da CBO tomará a decisão final.
3.
COMPETIÇÕES
OFICIAIS
Regra 5 – As competições
oficiais da CBO são as seguintes:
1.
Campeonato Brasileiro de Orientação – CamBOr,
2. Troféu Brasil de Orientação
(5 dias de Orientação do Brasil),
3.
Brasileiro de Orientação Sprint;
4.
Maratona de Orientação;
5.
MTB – O – Brasileiro de Orientação em Bicicleta,
7.
Torneio Nacional de Orientação de Precisão,
8.
Competições regionais de orientação,
9.
Campeonato estudantil nacional de orientação.
Regra 6 -
Outras competições podem ser propostas à Assembléia Geral Ordinária
da CBO, e esta decidirá sobre a sua realização ou não.
Regra 7 – Nenhuma entidade
pode realizar competição de Orientação, em nível Nacional, à revelia da
CBO.
Regra 8 – As competições
oficiais da CBO são abertas a todas as pessoas que não estiverem cumprindo
suspensão; mas, no entanto, o título nacional só será disputado pelos
atletas filiados.
4.
CANDIDATURA PARA ORGANIZAR EVENTOS
Regra
9 - Qualquer entidade filiada poderá se candidatar para realizar um evento da
CBO;
Regra
10 - As solicitações deverão ser encaminhadas para a diretoria da CBO. O
formulário de candidatura (Anexo “F”), adotado pela CBO, deverá ser usado
e as solicitações deverão conter todas as informações e garantias
solicitadas; e todos os campos do formulário deverão ser preenchidos;
Regra
11 - A Diretoria da CBO pode anular a aprovação de um evento se o organizador
não conseguir atender estas regras, as instruções do Árbitro da CBO ou as
informações contidas. O organizador não poderá reivindicar prejuízos neste
caso;
Regra
12 - As candidaturas deverão ser recebidas, no máximo, até 31 de janeiro, 3
anos antes do evento. A entidade organizadora é indicada até 31 de outubro do
mesmo ano;
Regra
13 - Cada indicação deve ser confirmada pela assinatura de um contrato, entre
a CBO e a entidade organizadora, dentro de seis meses. A Diretoria da CBO pode
fazer uma indicação alternativa,
Regra
14 - Cada entidade candidata a organizar eventos da CBO pode enviar mais que uma
solicitação, indicando sua ordem de prioridade.
5.
PROGRAMA DO EVENTO
Regra
15 - As datas do evento e o
programa são propostos pelo organizador e aprovados pela diretoria da CBO;
Regra
16 - O Campeonato Brasileiro de Orientação (CAMBOR) é um evento anual,
composto de 3 ou 4 etapas, cada uma delas situada em um trimestre ou
quadrimestre respectivamente. O programa deve incluir um percurso de média
distancia, um percurso de longa distância e um revezamento de clubes;
Regra
17 - O Troféu Brasil de Orientação (5 dias de Orientação do Brasil) é
organizado anualmente. O programa deve incluir três percursos de qualificação
de longa distância, e um quarto percurso classificatório de média distância
e uma prova final de longa distância;
Regra
18 - O Campeonato Estudantil Nacional de Orientação é organizado anualmente.
O programa deve incluir um percurso classificatório e um percurso final, tanto
masculino como feminino.
Regra
19 – Maratona de Orientação. O programa deve incluir um percurso de mais de
20 Km.
6. PUBLICIDADE E
PATROCÍNIO
Regra 20 -
Publicidade de tabaco e bebida de alto teor alcoólico não é permitida.
7. CATEGORIAS
Regra 21 - Todas as competições oficiais da CBO devem ser disputadas em todas as categorias previstas nas regras da
IOF de acordo com o sexo, idade e
grau de dificuldade.
1.
SEXO: “H” Homens e “D”
Mulheres
2. IDADE:
D
10 H 10
- Mulheres e Homens até 10 anos
D 12
H 12 .......................................
até 12 anos
D 14
H 14 ......................................
até 14 anos
D 16
H 16 ......................................
até 16 anos
D 18
H 18
......................................
até 18 anos
D 20
H 20 ......................................
até 20 anos
D 21
H 21 ......................................
De qualquer idade
D 35
H 35 ......................................
Mais de 35 anos
D 40
H 40 .......................................
Mais de 40 anos
D 45
H 45 ......................................
Mais de 45 anos
D 50
H 50 ......................................
Mais de 50 anos
D
55 H 55
......................................
Mais de 55 anos
D
60 H 60
......................................
Mais de 60 anos
D 65
H 65 ......................................
Mais de 65 anos
D 70
H 70 ......................................
Mais de 70 anos
D 75
H 75 ......................................
Mais de 75 anos
D 80
H 80 .....................................
Mais de 80 anos
D 85
H 85 ......................................
Mais de 85 anos
D 90
H 90 ......................................
Mais de 90 anos
D
N 1 H N 1
.....CRIANÇAS ACOMPANHADAS .........Menos de 18 anos
D N 2
H N 2 ..... ADULTOS ACOMPANHADOS.......... Mais de 18 anos
Aberto
..................................................... Para atletas inscritos após
a data de inscrição
3. GRAU DE DIFICULDADE:
“E” - ELITE
“A” - MUITO DIFÍCIL
“B” - DIFÍCIL
“N” - FÁCIL
“N1 e N2” - INICIANTES
H 21
B L2
LONGO,CURTO
E MAIS DE UM PERCURSO
SEXO
a.
A
categoria ELITE (E) só pode ser constituída para D/H 16, D/H 18, D/H 20 e D/H
21;
b.
A
categoria Elite é uma categoria especial, restringida a um número limitado de
competidores, classificados como atletas de elite pela CBO, conforme o sistema
de classificação da CBO;
c.
Será
permitido competir nas categorias 21 em diante os atletas que completarem, até
o final do ano em curso (de 01 janeiro a 31 de dezembro), a idade exigida para
esta categoria. Todos os competidores da categoria 35 a 90 podem competir em
categorias mais jovens até 21, inclusive;
d.
Será
permitido competir nas categorias até 20 todos os atletas que completarem, até
o final do ano em curso (01 de janeiro a 31 de dezembro), a idade exigida
para esta categoria. Todos
os competidores das categorias 10 a
20 podem competir em categorias subseqüentes,
inclusive até 21;
e.
As
competições destinadas
a uma
única classe devem ser
realizadas com percursos diferenciados, ou seja, de acordo com o sexo do
competidor. Os demais competidores
devem obedecer às regras da CBO;
f.
As
competições destinadas a uma única categoria só podem ser disputadas por atletas enquadrados nesta categoria;
g.
Se
uma categoria tiver muitos concorrentes, pode ser dividida em categorias
paralelas;
h.
O
organizador poderá montar mais de um percurso aberto;
i.
As
categorias com grau de dificuldade muito difícil “A” só poderão ser
constituída para as idades 14,16,18,20,21,35,e 40;
j.
A
categoria com idade 10 anos somente poderá ser constituída com o grau de
dificuldade fácil “N”;
k.
O
atleta somente poderá participar de uma categoria com grau de dificuldade
"A" se tiver sido
classificado no ranking nacional do ano anterior em uma categoria com grau de
dificuldade “B”;
l.
O
atleta somente poderá participar de uma categoria com grau de dificuldade
"E" se tiver sido
classificado no ranking nacional do ano anterior em uma categoria com grau de
dificuldade “A”;
m.
A
categoria com o grau de dificuldade elite “E” só poderá ser constituída
para as idades 16, 18, 20 e 21;
n.
Observado
o que prescreve as letras i, j, k, l, m, n, da Regra 21 os três melhores do ano
anterior das categorias com grau de dificuldade “N” nas idades, 14, 16, 18,
20, 21 e 35 anos deverão subir de categoria.
8. ROTINA
DO ATLETA
Regra
22 - Em todas as provas oficiais da
CBO os atletas devem seguir a seguinte rotina e anexo “A”:
1.
Ao chegar no local da prova o atleta deverá consultar a lista de
partida, que estará colocada próxima à seta de orientação;
2.
Seguir a direção da seta da partida;
3.
Apresentar-se na partida dois minutos antes do seu horário;
4.
Quando o relógio da partida, que pode ser manual (*), der o sinal do seu
minuto de partida, o atleta deverá entrar na área 1, do anexo “A”, e
apanhar o seu cartão de controle e descrição, (*) – O relógio manual pode
ser um placar de 4 algarismos, funcionando dois minutos adiantados, e o sinal
pode ser um silvo de apito;
5.
No próximo sinal, identificará o mapa de sua categoria, não sendo
permitido retira-lo do local e nem olhar o lado que estiver traçado o percurso;
6.
No próximo sinal, o mapa está liberado para o atleta e o seu tempo
estará contando;
7.
O atleta seguirá obrigatoriamente o itinerário balizado até o triângulo
de partida, onde iniciará sua navegação;
8.
O atleta deverá marcar todos os pontos em um cartão de controle,
conforme modelo padrão da IOF, adotado pela CBO;
9.
Após passar pela faixa de chegada o atleta deverá apanhar seu número
de ordem de chegada, que será fixado no cartão de controle, e entregar o mapa
e o cartão de controle no final do funil;
10.
Aguardará o seu tempo
aparecer no placar, sem perturbar a apuração.
Regra 23 - O atleta que perder
seu horário de partida deve entrar no funil ao lado da partida e solicitar o
seu cartão de controle, descrição e o seu
mapa e seguir a rotina da Regra 22, item 7, em diante. No entanto, a
contagem do seu tempo não será interrompida;
Regra 24 - O atleta que apanhar
o mapa errado será penalizado com o tempo que perder
para regularizar a situação;
Regra 25 - O atleta
tem que provar que passou nos pontos de controle, conforme o Nr 8 da
Regra Nr 22.
Regra 26 - O atleta
que perder o cartão de controle deve retornar à partida e solicitar
outro cartão de controle e seguir a rotina da Regra 22,
item 7, em diante. No entanto, a contagem do seu tempo não será
interrompida;
Regra 27 - O atleta
que perder o mapa deve retornar à partida e solicitar outro mapa e outro
cartão de controle e seguir a rotina da Regra 22,
item 7, em diante. No entanto, a contagem do seu tempo não será
interrompida;
Regra 28 - O atleta que for
sorteado para o exame anti-doping, após a entrega do seu mapa e cartão de
controle, ficará no final do funil, à disposição da equipe responsável pelo
exame, até que o material seja
coletado;
Regra 29
- O atleta que, na tentativa de ganhar tempo, picotar errado, poderá ser
desclassificado;
Regra 30 -
O atleta só terá direito de partir em outro horário se o erro for
cometido pela comissão organizadora;
Regra 31 - Será
desclassificado o atleta que invadir a área de competição, sem autorização
da organização, bem como serão desclassificados os que se beneficiarem disto;
Regra 32 -
Será desclassificado o atleta que não respeitar os símbolos e cores do
mapa de Orientação, (áreas perigosas, áreas proibidas etc);
sendo esta falta considerada grave;
Regra 33 - Será
desclassificado o atleta que não respeitar quaisquer itinerários balizados,
incluindo aqueles que não fazem parte do percurso;
Regra 34 - O atleta que cometer
atitude anti-desportiva será desclassificado e encaminhado à Comissão
Disciplinar; e o dirigente, que incorrer nesta falta, será encaminhado à justiça
desportiva;
Regra 35 - Será considerada
atitude anti-desportiva a desobediência à Regra 232 deste Regulamento,
referente à preservação do meio ambiente;
Regra 36 -
O atleta que participar da comissão organizadora,
poderá realizar o percurso, nas seguintes condições:
1.
Devidamente
autorizado pelo Árbitro;
2.
Não
ter conhecimento do terreno e do mapa;
3.
Realizar
no dia anterior ao da prova;
4.
O
Árbitro tem que estar presente com a seguinte finalidade:
a.
Assegurar,
perante todos os competidores, que os pontos de controle estavam colocados;
b.
Liberar
os atletas exatamente no local marcado para partida;
c.
Tomar
o tempo dos atletas exatamente no local da chegada;
d.
Verificar
se o cartão de controle foi picotado corretamente;
e.
Cabe
ao Júri Técnico decidir se
o resultado dos atletas, que realizaram o percurso no dia anterior, será
validado no caso de haver mudanças meteorológicas;
9.
INSCRIÇÃO
Regra 37 - Ao realizar a inscrição
para uma prova, o competidor e/ou dirigentes de equipes devem indicar o nome
completo, sexo, ano de nascimento, entidade, categoria e forma de contato;
Regra 38 – A primeira inscrição
deve ser na categoria D/HN1, D/HN2;
Regra 39 - As inscrições fora
do prazo podem ser recusadas;
Regra 40 - Um competidor só
pode ser inscrito em uma única categoria em qualquer competição;
Regra 41 - O organizador pode
excluir da ordem de partida os competidores que não pagaram a taxa de inscrição,
bem como não entabularam qualquer acordo acerca do pagamento;
Regra 42 - Um competidor pode ser
substituído até uma hora antes do primeiro atleta partir, desde que seja na
mesma categoria. Em revezamento, isto se aplica também à ordem de partida dos
competidores da equipe;
Regra 43 - Os competidores que
participam de uma prova são responsáveis pelos riscos e acidentes que
venham a sofrer no deslocamento, concentração e execução dos percursos. O
seguro contra acidentes é de responsabilidade do atleta ou do clube a que ele
pertence;
10. CUSTOS E TRANSPORTE
Regra 44 - Os custos da
organização de um evento são de responsabilidade do organizador;
Regra 45 - O organizador pode
cobrar uma taxa de inscrição para cobrir os custos da competição. O valor da
taxa de inscrição será mantido tão baixo quanto possível e será aprovado
pelo Árbitro da CBO;
Regra 46 - Não será cobrada a taxa de inscrição dos atletas
enquadrados nas seguintes situações:
1.
alunos do ensino
fundamental, médio e superior filiados à CBO e classificados nas competições
do ano anterior, cuja renda familiar for igual ou menor a dois salários mínimos,
conforme declaração por escrito do presidente do clube;
2.
Atletas filiados a
CBO com mais de 65 anos de idade.
Regra
47 - Cada clube ou competidor individual é responsável para custear as
despesas de viagem para o evento, hospedagem, alimentação, e transporte entre
o local da acomodação, centro de eventos e locais de competição. Se o uso de
transporte oficial para os locais de competição é obrigatório, a taxa de
inscrição incluirá estes custos;
Regra 48 - Os custos de
transporte e alimentação do Árbitro da CBO e assistente (s), indicados, para
o local do evento e dele à (s) origem (s), deverão ser pagos pela CBO. Os
custos locais durante as visitas de controle e os dias do evento serão pagos
pelo organizador ou federação do organizador;
Regra 49 – A remuneração
dos Árbitros da CBO e Assistentes, indicados por uma federação ou clube, serão
pagos pelo organizador, federação ou clube que os solicitou (conforme
regimento de taxas da CBO)
11. INFORMAÇÕES
SOBRE O EVENTO
Regra 50 - As informações
oficiais sobre os eventos deverão ser dadas por escrito, excetuando-se apenas
os casos urgentes ou respostas a perguntas nas reuniões de chefes de equipes .
As informações do organizador ou do Árbitro da CBO serão enviadas às
entidades, em forma de boletins, nas condições abaixo descritas:
a.
O
boletim n.º 1 (informações preliminares) deverá ser enviado a todas as
entidades, até 20 meses antes do evento, e deverá conter as seguintes informações:
a.1 - O organizador e os nomes
do diretor e juiz(es) controlador(es) do evento;
a.2 – Endereço, número do
telefone/fax e e-mail para as informações;
a.3 - Local do evento;
a.4 - Datas e tipos de competições;
a.5 – Categorias e quaisquer
restrições na participação;
a.6 – Oportunidades para
treinamento;
a.7 – Áreas embargadas;
a.8 – Quaisquer
peculiaridades do evento.
b.
O
Boletim n.º 2 (convite) deverá ser enviado a todas as entidades, até 10 meses
antes do evento, e deverá conter as seguintes informações:
b.1 –Todas as informações
dadas no boletim 1;
b.2 – A data limite e
endereço para as inscrições;
b.3 – Taxa de inscrição
para competidores e dirigentes;
b.4 – A data limite e
endereço para o pagamento de taxas de inscrição;
b.5 – Tipos e custos
para hospedagem e alimentação;
b.6 – A data limite
para reserva de acomodação oficial;
b.7 – Descrição de
qualquer transporte oferecido;
b.8 – Detalhes sobre
oportunidades de treinamento;
b.9 – Descrição do
terreno , clima e quaisquer riscos;
b.10 – Escala e eqüidistância
dos mapas;
b.11 – Programa do
evento;
b.12 – Tempo estimado
do vencedor da categoria Elite e extensão aproximada de cada percurso;
b.13 – Endereço, n.º
do tel./fax e e-mail do responsável pelos meios de comunicação;
b.14 – Uma amostra de
mapa recente, mostrando o tipo do terreno.
c.
O
Boletim n.º 3 (informações do evento) deverá ser enviado às entidades
participantes, até 2 meses antes do evento, e deverá conter as seguintes
informações:
c.1 – Data limite para
enviar o número exato de participantes;
c.2 – Programa
detalhado do evento, incluindo o calendário para as inscrições finais dos
nomes para a formação dos grupos de partida;
c.3 – Detalhes do
terreno;
c.4 – Resumo das inscrições
recebidas;
c.5 – Algum afastamento
permitido das regras;
c.6 – Endereço e n.º
de telefone/fax e e-mail do escritório da competição;
c.7 – Detalhes sobre
hospedagem e alimentação;
c.8
– Programa/horário do transporte;
c.9 – A extensão,
aclive total, n.º de pontos de controle e n.º de pontos d'água em cada
percurso individual, e, para revezamentos, em cada pernada (percurso);
c.10 – Reunião da
comissão organizadora e chefes de equipes.
12. SINALIZAÇÃO
DA PROVA
Regra
51 - As vias de acesso de uma prova de Orientação devem ser sinalizadas com
uma placa em forma de seta, com nas
dimensões mínimas de 50cm por 25cm, colocadas nos seguintes locais:
1ª - 300 m antes de mudar de direção
2ª – No local que muda a direção
3ª – 200 m na nova direção
1.
A organização deve colocar panfletos indicando o local da
prova na 2ª placa.
2.
As placas de sinalização devem estar em uma altura e posição que
possam ser vistas com facilidade pelos motoristas.
13.
ORDEM DE PARTIDA
Regra 52 - Em uma partida
intervalada, os competidores largam separadamente em intervalos iguais. Em uma
partida em massa, todos os competidores de uma categoria devem partir
simultaneamente; em revezamento, isto aplica-se só aos primeiros
competidores de cada equipe. Em uma partida de perseguição, os competidores
partem isoladamente, em tempos de partida e intervalos determinados pelos seus
resultados anteriores.
Regra 53 - Nenhum atleta pode
partir no tempo do atleta faltoso.
Regra 54 - O sorteio da ordem
de partida será supervisionado pelo Árbitro da CBO e, pelo menos, um membro do
júri técnico o assistirá. O sorteio da ordem de partida pode ser
público ou privado, bem como ser feito à mão ou por um
computador.
Regra 55 - A lista de partida
será publicada no dia anterior à competição ou antes dela,
e anteriormente à reunião da comissão organizadora e chefes de equipes. Se um
percurso de qualificação for organizado no mesmo dia das finais, a lista de
partida para as finais será publicada pelo menos uma hora antes do primeiro
atleta partir.
Regra 56 - Serão sorteados os
nomes de todos os competidores e equipes corretamente inscritos, até mesmo se
um competidor não chegou. Inscrições sem nomes (espaços em branco) não serão
consideradas para o sorteio.
Regra 57 - Para uma partida com
intervalo, que não seja nas finais de uma
competição com percurso de qualificação,
a ordem de partida na qualificação será feita por sorteio. Nesse caso
prescrito, o sorteio será feito começando pelos grupos.
Regra 58 - Em competições com
percursos qualificatórios, a ordem de partida deverá ser feita de maneira que
cada uma das seguintes exigências seja
cumprida:
-
Os
competidores que realizam percursos paralelos deverão partir ao mesmo tempo,
com a possível exceção das últimas partidas;
-
Os
competidores da mesma federação
ou clube não poderão partir simultaneamente;
-
Os
competidores da mesma federação ou clube não poderão partir sucessivamente;
-
Os
competidores da mesma federação ou clube, que ficarem para partir
sucessivamente, no final, terão intervalo de partida matematicamente igual aos
atletas da mesma federação ou clube a que pertencem;
-
Na
medida do possível, os percursos paralelos deverão ter o mesmo grau de
dificuldade.
Regra 59 - Em competições com
percurso de qualificação, a ordem de partida das finais será em ordem contrária
a da classificação, sendo que os melhores competidores partirão por último.
Se dois competidores estão na mesma classificação, uma moeda será lançada
para determinar quem será o primeiro a partir.
Regra 60 - Os competidores da
mesma federação ou clube podem partir sucessivamente na final de provas
qualificatórias;
Regra 61
- Antes dos sorteios da ordem de partida em massa, os números da ordem
de partida devem ser distribuídos para cada uma das combinações de diferentes
percursos. As combinações de percursos deverão permanecer
secretas até a partida do último competidor.
Regra 62 - A distribuição dos
competidores será supervisionada pelo Juiz
Controlador da CBO;
Regra 63 - Em revezamento de
equipes incompletas ou com competidores de mais de uma federação ou clube,
partirão as mesmas pelo menos 15 minutos depois da partida do revezamento
oficial;
Regra 64 - O intervalo de
partida na competição de distância longa é de 3 minutos. O intervalo de
partida na competição de distância média é de 2 minutos. O intervalo de
partida na competição de Sprint é de 1 minuto;
Regra 65 - O intervalo de
partida nas categorias que tiverem menos de 50 atletas será o seguinte:
-
menos
de 5 atletas – 15 min ou mais
-
de
5 a 10 atletas – 10 min ou mais
-
de
11 a 20 atletas – 5 min ou mais
-
de
21 a 50 atletas – 3 min ou mais;
14.
REUNIÃO DA COMISSÃO
ORGANIZADORA E CHEFES DE EQUIPES
Regra 66 - O organizador
realizará uma reunião da comissão organizadora, no dia anterior à competição,
na qual poderão participar os chefes de equipes. Esta reunião deverá iniciar
até às 19.00 horas e será conduzida pelo Árbitro da CBO;
Regra 67 - Nesta reunião será
constituído o júri técnico, de acordo com a Regra 197 deste Regulamento;
Regra 68 - O material de
competição (números dos atletas, cartões de controle, listas de partida,
controle, cartão de descrição, horário de transporte, informações mais recentes etc.) deverá estar pronto antes
desta reunião;
Regra 69 - Os chefes de equipe
terão o direito de fazer perguntas durante a reunião.
15.
ÁREAS E ROTAS RESTRITAS
Regra 70 - Regras estabelecidas
pela comissão organizadora, para proteger o meio ambiente, e
qualquer outra instrução baixada pelo organizador, nesse sentido, deverão ser
observadas rigorosamente por todas as pessoas
envolvidas com o evento.
Regra 71 - Áreas perigosas,
rotas e áreas proibidas, linhas que não podem ser transpostas etc., serão
descritas nas informações e serão marcadas no mapa. Se necessário, as áreas
e rotas restritas serão marcados no terreno. Os competidores devem respeitar
rigorosamente tais marcações;
Regra 72 - Rotas obrigatórias,
pontos de cruzamento e passagens serão marcados claramente no mapa e no
terreno. Os competidores deverão seguir, obrigatoriamente, toda a extensão do
balizamento marcado no percurso.
16.
DESCRIÇÕES DOS PONTOS DE
CONTROLE
Regra 73 - A localização
precisa dos pontos de controle será definida
no cartão de descrição;
Regra 74 - As descrições dos
pontos de controle estarão na forma de símbolos, e conforme as descrições de pontos de controle da IOF;
Regra 75 - O cartão de descrição
deverá estar à disposição dos atletas na ordem certa para o percurso de cada
competidor; e, também, deverá ser
afixado ou impresso no mapa do competidor;
Regra 76 - Em competição com
percurso de qualificação, o cartão de descrição não pode ser do
conhecimento dos competidores antes do final da qualificação;
17.
PERCURSOS
Regra 77 - Os princípios para
o traçado de percurso da IOF deverão ser seguidos;
Regra 78 - Os percursos deverão
ser testados e devem estar de acordo com a habilidade dos competidores.
Percursos para distância pequena deverão exigir, em particular, um alto nível
de concentração ao longo do percurso, leitura detalhada do mapa, e freqüente
tomada de decisão. Percursos para distância longa deverão requerer escolha de
rota;
Regra 79 - A extensão dos
percursos será medida em linha reta, da partida, passando pelos pontos de
controle, até a linha de chegada; salvo no caso das obstruções fisicamente
intransitáveis (cercas altas, lagos, precipícios etc.), áreas proibidas e
rotas balizadas;
Regra 80 - O desnível total
corresponderá à subida em metros ao longo da melhor rota e não deverá
exceder a 4% da mesma;
Regra 81 – Os percursos de
qualificação devem ser paralelos e tão iguais quanto possível, em extensão
e grau de dificuldade;
Regra 82 - Em competições de
revezamento, os pontos de controle deverão ser combinados diferentemente para
cada equipe, mas todas as equipes correrão o mesmo percurso global;
Regra 83 - Serão usados pontos
de controle diferentes para os percursos das mulheres e dos homens na distância
curta e na final de distancia longa;
Regra 84 - O tempo do percurso
para o atleta vencedor deverá ser o seguinte, em minutos:
mulheres
- homens
45
60 -
Percurso de qualificação para longa distância
70-80
90-100
- Final de longa distância
25
25 -
Percurso de qualificação para média distância
30-35
30-35 -
Final média distância
12-15
12-15 -
Percurso de qualificação Sprint
12-15
12-15 -
Final Sprint
30-50
30-60 -
Revezamento para cada percurso
120
135 -
Revezamento (três atletas), soma dos melhores tempos de todos os
percursos;
Regra 85 - O tempo do percurso
para o atleta vencedor nas categorias júnior
deve ser o seguinte, em minutos:
mulheres
- homens
55
70 - Longa distância
20-25
20-25 - Média distância
25-45
30-55 - Revezamento para cada percurso
105
135 - Revezamento (três
atletas), soma dos melhores tempos de todos os percursos;
Regra 86 - O tempo do percurso
para o atleta vencedor nas categorias Veteranos
deve ser o seguinte, em minutos:
D35 -
45 55
H35 - 60
70
D40 -
40 50
H40 - 55
65
D45 -
35 45
H45 - 50
60
D50 -
35 45
H50 - 45
55
D55 -
35 45
H55 - 40
50
D60 -
35 45
H60 - 40
50
D65 -
35 45
H65 - 40
50
D70 -
35 45
H70 - 40
50
D75 -
35 45
H75 - 40
50
D80 -
35 45
H80 - 40
50
D85 -
35 45
H85 - 40
50
18. MAPAS
Regra 87 - Os mapas, traçados
dos percursos e impressões adicionais serão desenhados e impressos de acordo
com a Especificação Internacional para Mapas de Orientação da IOF;
Regra 88 - A escala do mapa
para percursos de distância longa será 1:15000;
Regra 89 - A escala do mapa
para percursos de distância curta e revezamento será 1:15000 ou 1:10000. Para
percurso muito curto poderá ser
usada a escala 1:5.000 a 1:2.500;
Regra 90 - Erros no mapa e
mudanças que aconteceram no terreno, depois que o mapa foi impresso, deverão
ser impressos sobre o mapa e este
exposto no local do evento ou partida;
Regra 91 - Os mapas serão
protegidos contra umidade e danos;
Regra 92 -
Se houver informações prévias
sobre a área da competição, estas devem ser exibidas em cópias coloridas
para todos os competidores no dia anterior da competição;
Regra 93 -
No dia da competição, o uso de qualquer mapa da área da competição,
por competidores ou chefes de equipes, é proibido até que seja permitido pelo
organizador;
Regra 94 - O mapa da competição
não deve ser maior do que o necessário para um competidor realizar o percurso;
Regra 95
- O mapa da competição
somente poderá ser reproduzido em copiadora, com a autorização do
Árbitro;
Regra 96 -
O mapa para idade 45 anos ou mais deverá estar em uma escala de 1:10.000
ou maior;
Regra 97 - A CBO e suas
entidades filiadas terão o direito de reproduzir os mapas com percursos do
evento, em suas revistas oficiais, sem ter que pagar uma taxa ao organizador;
19. PONTO
DE CONTROLE
Regra 98 - O ponto de controle
locado no mapa deverá constar claramente no terreno, sendo equipado para
permitir aos competidores a comprovação de sua
passagem;
Regra 99 - Cada ponto de
controle será marcado por um prisma de base triangular, com faces quadradas de
30 x 30 cm, dividida diagonalmente, sendo o triângulo superior branco e o triângulo
inferior laranja (PMS 165);
Regra 100 - O prisma será
colocado no acidente conforme as características indicadas no mapa e cartão de
descrições;
Regra 101 - O Ponto de Controle
deve permitir ao atleta chegar e sair correndo do prisma;
Regra 102 - O Prisma tem que
ser visível de maneira que o competidor o veja ao mesmo tempo em que avistar o
acidente do lado descrito;
Regra 103 - O prisma
não pode ficar abaixo do nível do solo, quando no interior de acidentes com
menos de cinco metros de diâmetro ;
Regra 104 - Os acidentes
isolados e com menos de cinco metros devem ser evitados para
pontos de controle em regiões de n.º 407, 408 e 409;
Regra 105 - Nos acidentes
longos (mais de cinco metros de extensão) o prisma pode ser colocado na base ou
no interior;
Regra 106 - O ponto de controle
deverá estar situado e o prisma deverá ser colocado de modo que a presença de
uma pessoa picotando não ajude significativamente os outros competidores a
encontrarem o ponto de controle;
Regra 107 - Cada ponto de
controle será identificado com um número-código que será fixado ao ponto de
controle, de forma que um competidor, ao picotar, possa ler o mesmo claramente.
Os números menores que 31 e os números confusos (66, 68, 86, 89, 98, 99) não
podem ser usados. Os números serão
pretos sobre branco, entre 5 e 10 cm de altura e terão a espessura de
5 a 10 mm. Não poderá haver número-código diferenciado em um mesmo
ponto de controle;
Regra 108 - O percurso não
pode ter mais de 30 (trinta) pontos de controle;
Regra 109 -
Para cada 50 (cinqüenta) competidores que passarem por hora em um ponto
de controle, deve ser colocado mais um picotador;
Regra 110 - Todo o ponto de
controle, com relação ao qual haja preocupações com a segurança, deverá
estar vigiado;
Regra 111 - Em competições
oficiais o picotador do ponto de controle deve ser fixo;
Regra 112 -
Rotina para colocação do prisma no ponto de controle :
1.
Quando
o traçador do percurso definir o acidente que será um ponto de controle, deve
deixar no local uma tarjeta com três etiquetas destacáveis contendo Clube, número-
código do ponto de controle e data da prova.
2.
Na
véspera, o árbitro que colocar o prisma deve adotar o seguinte procedimento:
a.
Destacar
uma das etiquetas, a qual deve ser entregue ao TRAÇADOR
DO PERCURSO.
b.
Colocar
panfletos com o número-código do ponto de controle no local do acidente.
3.
No
dia da competição, até uma hora antes, uma pessoa, indicada pela comissão
organizadora, deve realizar o percurso, retirar a segunda etiqueta e entregá-la
ao ÁRBITRO.
4.
A
última etiqueta deve ser retirada por quem recolher o prisma e ser entregue ao
DIRETOR DA PROVA;
20.
PONTO DE ÁGUA
Regra 113 - Se o tempo estimado
para o primeiro colocado é de mais de 45 minutos, serão colocados pontos de água
a cada 20 minutos da velocidade calculada para o vencedor. Em condições climáticas
desfavoráveis, poderá ser oferecida uma solução isotônica;
Regra 114 - No ponto de água,
será oferecida água pura na temperatura satisfatória
como refresco. Todo refresco, diferente de água pura, terá que ser
identificado claramente;
Regra 115 - Os pontos de
água poderão ser colocados nos
pontos de controle ou nas prováveis
rotas, e devem estar precisamente locados no mapa.
21.
CARTÃO DE CONTROLE
Regra 116 - Somente poderão
ser usados os sistemas eletrônicos aprovados pela IOF e o cartão de controle
tradicional modelo IOF. Anexo “B”;
Regra 117 - Os cartões de
controle estarão prontos antes da reunião da comissão organizadora e chefes
de equipes, no dia anterior à prova. Em uma competição de qualificação com
finais no mesmo dia, os cartões devem estar prontos até pelo menos uma hora
antes do primeiro atleta partir na final;
Regra 118 - Quando o cartão
eletrônico for usado, os competidores terão a possibilidade de praticar no
ponto de controle modelo, situado na área de espera na partida ;
Regra 119 - O competidor é
responsável por marcar corretamente o próprio cartão que usa,
mesmo se o picote é feito pelo organizador;
Regra 120 - Os picotes no cartão
devem mostrar claramente que o competidor visitou todos os pontos de controle;
Regra 121 - Quando o sistema de
picotador mecânico é usado, pelo menos uma parte do picote deve estar no
quadrado destinado para o picote ou em um quadrado reserva vazio. O engano pelo
competidor é aceitável, como por exemplo: picotar fora do quadrado correto ou saltar um quadrado (no entanto,
todos os picotes devem estar claramente identificados). Um competidor que tentar
ganhar vantagem marcando incorretamente pode ser desclassificado;
Regra 122 - O
organizador tem o direito de pegar o cartão de controle para ser checado
por um fiscal em um determinado ponto de controle e/ou picotá-lo;
Regra 123 - O competidor que
perder o cartão de controle, omitir um picote ou visitar os pontos de controles
na ordem errada será desclassificado;
Regra 124 - No revezamento, o
cartão de controle pode ser incluído no mapa
22.
TREINAMENTO
Regra 125 -
Poderão ser oferecidas oportunidades de treinamento antes das competições;
Regra 126 -
No dia anterior à primeira competição de um evento, o organizador
poderá montar um evento modelo para demonstrar o tipo de terreno, qualidade de
mapa, características dos acidentes dados como pontos de controle, pontos
de água e rotas marcadas;
23.
EQUIPAMENTO
Regra 127 - O uniforme de
competição deve atender aos seguintes requisitos:
1.
É
vedado o uso de sapatos de atletismo com cravos.
2.
É
obrigatório ao competidor estar com as pernas, os braços e antebraços
cobertos;
3.
É
obrigatório o uso do número de filiação na CBO, como número de identificação,
centralizado na frente da blusa de competição.
Regra 128 - Os
números de identificação não serão maiores que 25X25 cm e com
algarismos de pelo menos 10 cm de altura. Os números de identificação podem
ser pintados, bordados ou fixados no uniforme e não podem ser dobrados ou
cortados;
Regra 129 - Durante a competição
as únicas ajudas de navegação que
os competidores podem usar são o mapa, cartão de descrição fornecido pelo
organizador e uma bússola;
Regra 130 - Só podem ser
usados equipamentos de telecomunicações na área de competição com a permissão
do organizador.
24.
PARTIDA
Regra 131 -
Nas finais em uma competição de qualificação, o primeiro competidor partirá
pelo menos 3 horas da última partida no percurso de qualificação;
Regra 132 - A partida
será organizada de forma que os competidores, antes do momento de suas
partidas, ou quaisquer outras pessoas, não possam ter acesso aos
mapas dos percursos, ou à direção para o primeiro ponto de controle (não
tendo assim, escolhas de rota). Se necessário, haverá uma rota marcada de onde
o tempo inicia a ser contado até o triângulo de partida;
Regra 133 -
O competidor é responsável por apanhar o mapa certo. A categoria será
indicada no mapa, para se tornar visível ao competidor antes da partida;
Regra 134 - O ponto de partida
(onde a navegação começa) será mostrado no mapa com um triângulo, e
marcado no terreno por um prisma de controle sem picotador e com um triângulo
no local do número-código; e, no cartão de descrição, com um triângulo na
coluna “A”, sem número-código na coluna “B”, sendo que as demais
colunas deverão ser preenchidas normalmente;
Regra 135 - O organizador
determinará a hora em que poderá ser dada a partida dos competidores atrasados
que possam influenciar outros competidores. Se a culpa for do atleta, o seu
tempo será cronometrado como se tivesse
partido no horário da lista de partida oficial;
Regra 136 - Se o atraso foi
causado pelo organizador, o competidor deverá ter um novo horário de partida;
Regra 137 -
No revezamento o atleta só pode partir após o toque do companheiro que
está chegando;
Regra 138 - O toque que
autoriza o atleta partir, no revezamento, é de responsabilidade dos
competidores, até mesmo quando o organizador organiza a ordem de passagem;
Regra 139 - Uma vez que uma
equipe de revezamento aceita sua desclassificação, ou a desclassificação da
equipe foi confirmada pelo Árbitro, não será permitido que outro competidor
daquela equipe parta;
Regra 140 - A Chegada do último
competidor do revezamento pode ser acompanhada dos outros atletas da equipe, no
funil de chegada;
25.
CHEGADA
Regra 141 -
A competição termina quando o competidor cruza a linha de chegada;
Regra 142 -
O funil de chegada será balizado com uma fita ou corda. Os últimos 20 m
deverão estar balizados em linha reta;
Regra 143 - A linha de chegada
terá pelo menos 3 m de largura e estará em ângulo reto com o corredor (funil)
de chegada. A posição exata da linha de chegada será evidente para o
competidor que se aproxima e igual para todos os competidores;
Regra 144 -
Quando um competidor cruzar a linha de chegada, deverá entregar o cartão
de controle, incluindo qualquer saco plástico e o mapa da competição, e
somente após a partida do último competidor o organizador liberará os mapas;
Regra 145 -
O tempo de chegada será tomado quando o tórax do competidor cruza a
linha de chegada. Serão desprezadas as frações de segundo. O tempo será dado
em hora, minutos e segundos; ou, em
minutos e segundos, somente;
Regra 146 - Dois sistemas de
tomada de tempos independentes serão usadas, um principal e um reserva;
Regra 147 - Em competições
com partida em massa ou perseguição, os árbitros de chegada definirão a
classificação final, e, um membro do júri técnico, estará presente na linha
de chegada;
Regra 148 – O tempo máximo
de percurso para cada competidor deve ser:
1.
Sprint
– 50 minutos para homens e damas;
2.
Média
distância – 120 minutos para homens e mulheres;
3.
Qualificação
de longa distância – 110 minutos para damas e 150 minutos para homens;
4.
Longa
distância – 4 horas para damas e 4 horas para homens;
5.
Revezamento
– 5 horas para a equipe de homens e equipes de damas.
Regra 149 - Na chegada, deverá
haver instalações e equipe de saúde (com médico), a qual deverá estar
equipada para atendimentos na floresta;
26. RESULTADOS
Regra 150 - Resultados parciais
da competição serão anunciados e exibidos na área de chegada durante a
competição;
Regra 151 - Os resultados
oficiais deverão ser publicados no máximo até 4 horas depois de ter expirado o tempo máximo admissível para o último
competidor que partiu. Tais resultados serão passados, depois do dia da competição,
para cada chefe de equipe e para os representantes da mídia credenciados;
Regra 152 - Nos percursos de
qualificação, quando a final é no mesmo dia, o resultado oficial será
publicado até 30 minutos após ter expirado o tempo máximo admissível para o
último competidor que partiu;
Regra 153 - O resultado oficial
incluirá todos os competidores que participaram da prova. Em revezamento, os
resultados incluirão os nomes dos competidores em ordem, pelos percursos que
eles correram;
Regra 154 - Em percursos com
partida com intervalo, será dado a dois ou mais competidores, que tiverem o mesmo tempo, a mesma colocação
na lista de resultados. A posição seguinte na lista de resultados e no pódium
ficará desocupada;
Regra 155 -
Numa partida em massa ou de perseguição a classificação é
determinada pela ordem que os competidores cruzam a linha de chegada. Em um
revezamento a classificação da equipe será a ordem de chegada do último
competidor de cada equipe;
Regra 156 - Num revezamento,
com partida em massa para os últimos percursos, a classificação será
determinada pela soma dos tempos dos integrantes das equipes,
Regra 157 - Os
competidores ou equipes que excederem o tempo
máximo, não serão classificados;
Regra 158 - Os resultados de
equipes incompletas e de equipes com corredores de mais de uma entidade não serão
considerados, e a classificação não aparecerá na lista de resultado oficial;
Regra 159 - Se uma entidade é
representada através de duas ou mais equipes, a classificação será somente
da equipe melhor classificada;
27.
PREMIAÇÃO
Regra 160 - O organizador deverá
montar uma cerimônia de premiação digna;
Regra 161 - Os prêmios para os
homens e mulheres serão equivalentes;
Regra 162 - Se dois ou mais
competidores obtiverem a mesma colocação, eles devem receber o certificado,
troféu ou medalha apropriados;
Regra 163 - Em qualquer competição
devem ser cumpridos os seguintes requisitos:
1.
Pelo
menos os três primeiros de cada categoria receberão premiação do
organizador;
2.
O
atleta que não comparecer para receber a premiação realizada no horário
previsto no programa do evento, sem motivo justificável, perderá os pontos no
ranking e a premiação a que faz jus;
3.
O
atleta que, autorizado pelo Árbitro, representar outro atleta na cerimônia de
premiação deve ser da mesma categoria;
4.
Nenhum
atleta receberá os pontos e a premiação do atleta faltoso.
Regra 164 – Os atletas vencedores do
CAMBOR, 5 dias de Orientação do Brasil e Maratona de Orientação poderão
usar nos uniformes o prisma do distintivo da CBO com o símbolo da competição
nas dimensões 3x3 cm, conforme Anexo “G”. O símbolo da categoria H/D 21 E
terá a dimensão de 5x5cm e o contorno dourado.
28.
CONTROLE DE EVENTO
Regra 165 – Todos os eventos da CBO
serão controlados por um Árbitro escalado pelo Conselho de árbitros
da CBO. O Árbitro de cada evento da CBO será indicado até 3 meses após
a designação do organizador;
Regra 166 - Se um Árbitro da
CBO é designado pelo Conselho de árbitros da CBO, ele é o representante
oficial da CBO perante o organizador. O Árbitro é subordinado à Diretoria da
CBO;
Regra 167 - As
federações estaduais deverão designar um Árbitro para todos os
eventos sob suas responsabilidades;
Regra 168 - Todos os Árbitros
da CBO deverão ter licença de Árbitro da CBO. Nenhum Árbitro ou Assistente
de Árbitro da CBO pode ter alguma responsabilidade com alguma equipe
participante;
Regra 169 - O Árbitro da CBO
assegurará que todas as regras serão seguidas. As omissões e os enganos devem
ser evitados, sendo a imparcialidade predominante. O Árbitro da CBO tem
autoridade para exigir e fazer ajustes que julgar necessários para satisfazer
às exigências do evento;
Regra 170 - O Árbitro da CBO
trabalhará em estreita colaboração com o organizador, e a ele serão dadas
todas as informações pertinentes ao evento. Toda a informação oficial
enviada às federações, como boletins, será aprovada pelo Árbitro da CBO;
Regra 171 - O Árbitro da CBO
tem como responsabilidade, no mínimo, as seguintes tarefas:
-
Aprovar
a jurisdição e o terreno para o evento,
-
Verificar
a organização do evento e avaliar a conveniência da acomodação proposta,
alimentação, transporte, programa, orçamento e possibilidades de treinamento,
-
Avaliar
o planejamento das cerimônias,
-
Aprovar
a organização da partida, chegada e área de concentração,
-
Avaliar
a confiabilidade e precisão da tomada de tempo e a produção de resultados,
-
Verificar
se o mapa está conforme os padrões da IOF,
-
Aprovar
o traçado dos percursos depois de avaliar a qualidade deles, inclusive grau de
dificuldade, colocação do prisma e equipamento, fatores de sorte e precisão
do mapa,
-
Conferir
as combinações dos percursos,
-
Avaliar
dependências, instalações e equipamentos para a mídia,
-
Avaliar
dependências, instalações e equipamentos para o teste anti-doping;
Regra 172 - O Árbitro da CBO
fará as visitas que julgar necessárias. As visitas serão planejadas de acordo
com a autoridade que designou o Árbitro e o Diretor da Prova. Imediatamente
depois de cada visita, o Árbitro da CBO enviará um breve relatório, por
escrito, para a Diretoria da CBO e uma
cópia para o organizador;
Regra 173 - Um ou mais
assistentes podem ser designados pelo Conselho de árbitros para auxiliar o Árbitro
da CBO, particularmente no que tange aos campos de cartografia, percursos, finanças,
patrocinadores e mídia;
Regra 174 - O Árbitro da CBO
fará, no mínimo, 3 visitas: a
primeira, logo que for designado; a
segunda, um ano antes da competição; e a terceira, 3 a 4 meses antes da
competição;
29.
DESPORTIVIDADE (COMPETIÇÃO JUSTA)
Regra 175 - Todas as pessoas
que fizerem parte de uma competição de orientação devem comportar-se
com justiça e honestidade. Todos devem ter uma atitude esportiva e um
espírito de amizade. Os competidores devem mostrar respeito um pelo outro, para
com os organizadores, jornalistas, espectadores e habitantes da área da competição.
Os competidores estarão tão silenciosos quanto possível no terreno e devem
respeitar a propriedade privada;
Regra 176 - É proibido obter
ajuda ou ajudar outros competidores durante uma competição, exceto em casos de
acidente. O competidor é obrigado a parar e ajudar os competidores feridos;
Regra 177 - O doping, conforme
as regras do COB/COI/IOF, é proibido. A CBO aplicará as regras anti-doping em
todos os eventos oficiais;
Regra 178 - O organizador, com
o consentimento do Árbitro, pode decidir publicar recomendações sobre a
competição com antecedência. Se as recomendações não forem feitas a todo o
público, toda a comissão organizadora manterá segredo rígido sobre a área
de competição e terreno. Em todo
caso, o segredo rígido sobre os percursos deve ser mantido sempre;
Regra 179 - Qualquer tentativa
de reconhecimento ou treinamento no terreno de competição é proibida.
Tentativas para obter qualquer informação relacionada aos percursos, além
daquelas fornecidas pelo organizador, são proibidas antes e durante a competição;
Regra 180 - O organizador
excluirá da competição qualquer competidor que for familiarizado com o
terreno ou com o mapa, pois o competidor terá uma vantagem significativa sobre
os outros competidores. No caso de
dúvida, o assunto será decidido pelo Árbitro da CBO;
Regra 181 - Os dirigentes das
equipes, competidores, representantes da mídia e espectadores permanecerão nas
áreas destinadas a eles;
Regra 182 - Os fiscais de
percurso ou de pontos de controle não perturbarão ou deterão qualquer
competidor, nem fornecerão qualquer informação. Eles permanecerão silenciosos, usando roupas que não chamem
à atenção e não ajudarão competidores que aproximem-se dos pontos
de controle. Isto também aplica-se a todas as outras pessoas no terreno,
como, por exemplo, aos
representantes de mídia;
Regra 183 - O competidor, que
cruzar a linha de chegada, não pode retornar para a área de competição, sem
a permissão do organizador. Um competidor, que desiste da competição deve
entregar, imediatamente, na chegada o mapa e o cartão de controle. O competidor
desistente não pode influenciar ou prestar
ajuda a outros competidores na competição;
Regra 184 - O competidor que
infringir qualquer regra, ou que beneficiar-se da violação de qualquer regra,
será desclassificado, podendo ser encaminhado à justiça desportiva;
Regra 185 - As demais pessoas
envolvidas com o evento, que infringirem qualquer regra, estão sujeitas a uma ação
disciplinar;
30.
COMISSÃO ORGANIZADORA
Regra 186 - Todas as competições
oficiais de orientação devem ser conduzidas por uma comissão organizadora.
1.
COMPOSIÇÃO:
a.
DIRETOR
DA PROVA - Responsável pela prova,
b.
COMISSÃO
TÉCNICA,
1)
DIRETOR
TÉCNICO,
2)
MAPEADOR,
3)
ÁRBITRO
DE PARTIDA com mais cinco
auxiliares,
4)
ARBITRO
DE CHEGADA com mais cinco auxiliares por funil,
5)
TRAÇADORES
DE PERCURSOS,
6)
MONTADOR
DA INFRA-ESTRUTURA,
7)
ASSISTÊNCIA
MÉDICA,
8)
ESTACIONAMENTO
E ACESSO com mais três auxiliares,
9)
COMUNICAÇÕES,
10)
TRABALHADORES
(conforme for necessário),
11)
APURAÇÃO
c.
COMISSÃO
ADMINISTRATIVA
1)
DIRETOR ADMINISTRATIVO,
2)
SECRETÁRIO com
mais quatro auxiliares,
3)
DIRETOR DE DIVULGAÇÃO (TV e Imprensa),
4)
TESOUREIRO,
5)
ASSISTENTE DE ANIMAÇÃO E
DIVERSÃO,
6)
ASSISTENTE DE ALOJAMENTO,
7)
GESTOR DA ORGANIZAÇÃO,
8)
ASSISTENTE DE INFORMÁTICA,
9)
ASSISTENTE DE CERIMÔNIA
d.
COMISSÃO
DE NOVOS,
e.
EQUIPE
DE EXAME ANTI-DOPING
2.
DATA
LIMITE PARA NOMEAÇÃO,
a.
LOGO
QUE SEJA TOMADA A DECISÃO DE ORGANIZAR UM EVENTO: Diretor da Prova, Diretor Técnico, Diretor Administrativo,
Mapeador e traçador de percurso,
b.
SEIS
MESES ANTES DA PROVA: Diretor de Divulgação, Montador da Infra-estrutura,
Secretário, Tesoureiro,
Assistente de Alojamento, Assistente de Cerimônia, Gestor da Organização e
Assistente de Informática
3.
Todos
os integrantes da Comissão Organizadora devem usar um colete com a designação
da sua função.
31.
RECLAMAÇÕES
Regra 187 - Uma reclamação
pode ser feita ao organizador sobre infrações destas regras ou irregularidade
detectada antes ou durante a prova;
Regra 188 - Uma reclamação
pode ser feita por um organizador, competidor ou qualquer pessoa envolvida com o
evento;
Regra 189 - Qualquer reclamação
será feita verbalmente ou por escrito para o organizador, o mais rápido possível. A
reclamação será julgada pela organização que informará imediatamente sobre
a decisão;
Regra 190 - Não será cobrada
taxa para reclamação.
32.
PROTESTOS
Regra 191 - Um protesto pode ser feito contra a decisão do organizador a
respeito de uma reclamação;
Regra 192 - Um protesto pode ser feito por um dirigente, competidor ou
membro da comissão organizadora;
Regra 193 - Qualquer protesto deverá ser feito até duas horas após a publicação do
resultado oficial da competição, por escrito, em impresso próprio, para um
membro do Júri Técnico depois da decisão do organizador a respeito de
uma reclamação;
Regra 194 - O formulário para protesto será fornecido pela organização,
conforme o anexo “C”, onde deverá contar a regra na qual está embasado o
protesto.
Regra 195 - Quando o protesto for relativo à condição de um competidor,
de participar de uma competição e
o caso não for resolvido antes
desta, permitir-se-á que o atleta participe “sob protesto”, devendo o
assunto ser julgado pelo Júri Técnico;
Regra 196 - Não será cobrada taxa
para protesto.
33. JURI TÉCNICO
34.
APELAÇÃO
Regra 198 - Uma apelação pode ser feita contra
infrações destas regras, quando as mesmas não são
relacionadas a um evento específico ou se o júri
técnico ainda não foi constituído. Poderá ser feita pelos chefes de
equipes, competidores, membros da organização do evento ou federações;
Regra 199
- Uma apelação será feita o mais rápido possível, por escrito, para a
Comissão Disciplinar do TJD ou STJD da CBO;
Regra 200
- A decisão do STJD é final,
Regra 201 - Não
será cobrada taxa para
apelação, salvo o que prescreve o código disciplinar.
35.
RELATÓRIOS DE EVENTO
Regra 202 - O organizador terá 15 dias para
encaminhar um relatório ao Árbitro, contendo:
-
Lista
completa de resultados,
-
Três cópias
de cada mapa com o traçado do Percurso,
-
Comentários
sobre o evento.
Regra
203 -
O Árbitro terá 30 dias para encaminhar o seu relatório à Diretoria da
CBO.
36.
MÍDIA
Regra 204 - O organizador oferecerá para os
representantes da mídia condições de funcionamento e oportunidades favoráveis para observar e fazer a reportagem do evento;
Regra 205
- O organizador colocará disponível aos representantes da mídia, no mínimo,
o seguinte:
-
Acomodações
em hotel de padrão médio, a ser
pago pelos usuários,
-
Lista de
partida,
-
Cópia do
programa e outras informações no dia anterior à competição,
-
Oportunidade
para cobrir pontos de controle,
-
Abrigo, espaço
de funcionamento reservado, com máquinas de escrever ou computadores com
impressoras, na área de chegada,
-
Lista de
resultados e mapas com percursos imediatamente após
a competição,
-
Telefone e
FAX preferencialmente na área de chegada a serem pagos pelos usuários.
Regra 206 - O organizador fará todo esforço para
maximizar a cobertura da mídia, contanto que isto não prejudique a
imparcialidade do evento.
37.
RANKING DA CBO
Regra 207 - Os atletas filiados à CBO serão
organizados em um Ranking, com base no ranking da ano anterior e nos resultados
oficiais das seguintes provas:
ESTADUAIS, NACIONAIS E INTERNACIONAIS, realizadas
no corrente ano:
a.
RANKING
DO ANO ANTERIOR
1.
Os
trinta e sete primeiros colocados no ranking nacional do ano anterior,
organizado após a última competição oficial, receberão a seguinte
pontuação: 40, 37, 35, 34, 33,
32, 31, 30, 29, 28, 27, 26, 25, 24, 23, 22, 21, 20, 19, 18, 17, 16, 15, 14, 13,
12, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1.
2.
Os
demais atletas receberão um ponto.
3.
Os
atletas que subirem de categoria, receberão a pontuação que obtiveram no
ranking do ano anterior na categoria que competiram.
b.
PROVAS
ESTADUAIS
1.
Os
dezessete primeiros colocados no campeonato estadual receberão a seguinte
pontuação:
20, 17,
15, 14,
13, 12,
11, 10,
9, 8,
7, 6,
5, 4,
3, 2,
1.
2. O atleta só pode pontuar
em um único estado.
c. PROVAS NACIONAIS E SUL AMERICANAS:
1.
Os
trinta e sete primeiros colocados em cada percurso receberão a seguinte pontuação:
40, 37, 35, 34, 33, 32, 31, 30, 29, 28, 27, 26, 25, 24, 23, 22, 21, 20,
19, 18, 17, 16, 15, 14, 13, 12, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1.
2.
Os
demais atletas que forem classificados receberão um ponto
3.
São as
seguintes as provas nacionais/sul americanas componentes do ranking da CBO:
Resultado de cada percurso do Troféu Brasil, resultado final do Brasileiro de
Orientação Sprint, resultado de cada percurso que compõe cada etapa do
Campeonato Brasileiro e o resultado de cada percurso que compõe o Campeonato
Sul-Americano.
d. REPRESENTAÇÕES:
1.
Os
competidores que estiverem impossibilitados de disputar qualquer uma das provas
nacionais e sul-americanas, que fazem parte do ranking da CBO, por estarem
convocados para representar o Brasil em competição internacional, como
organizador ou atuando como Árbitro de provas nacionais, internacionais, sul
americanas, terão nessas provas pontuação igual a melhor classificação
obtida no ano.
2.
Se
o competidor tiver mais de uma representação, aplicar-se-á o seguinte critério:
Melhor resultado para a primeira representação, segundo melhor resultado para
a segunda representação e assim sucessivamente.
38.
RANKING DE CLUBES
Regra 208 - Os clubes ou
entidades de prática filiados à CBO serão organizados em um Ranking com base
nos resultados oficiais das seguintes
provas NACIONAIS
realizadas nos últimos dois anos: Resultado final dos 5 dias de Orientação
(Troféu Brasil), resultado final de cada etapa do Campeonato Brasileiro e
resultado final do Campeonato Sul-Americano;
Regra 209 - O ranking de Clubes
é apurado pelo somatório da pontuação do melhor competidor federado de cada
clube em cada categoria;
Regra 210 - Na prova de
revezamento de clubes do CAMBOR será atribuída aos clubes a pontuação da
melhor equipe classificada de cada clube em cada categoria (H/D), correspondente
a sua colocação: 120, 100, 90, 80, 70, 60, 50, 40, 30, 20 e 10 pontos para as
demais.
39.
EQUIPE NACIONAL
Regra
211 - Todos os dirigentes devem
fazer o máximo de esforços para que qualquer pessoa que representar o Brasil
em eventos internacionais use dignamente a Bandeira do Brasil, uniforme e
distintivo da CBO;
Regra
212 - A prioridade para participação
em competições e eventos internacionais é a seguinte: a. Atleta, b. Técnico,
c. Dirigente.
Regra
213 - No caso de não haver um técnico
e um dirigente, o atleta mais velho será o chefe da equipe;
Regra 214 - Critérios para
convocação de atletas para integrar a equipe do Brasil em competições
internacionais.
a. Os atletas serão convocados entre os melhores do ranking
nacional na sua categoria;
b.
Os atletas que subirem de categoria só podem ser convocados após
obterem o segundo resultado na nova categoria.
Regra
215 - Critérios para convocação
de técnicos para competições internacionais.
a.
O técnico da equipe
será aquele que tiver maior número de atletas convocados para a equipe
nacional.
b.
No caso de haver técnicos
com o mesmo número de atletas convocados, o técnico será o que ainda não fez
parte da equipe nacional,
c.
No caso de nenhum técnico
ter participado da equipe nacional, o técnico será aquele que tiver o atleta
mais jovem,
d.
O técnico da equipe
nacional deverá estar habilitado como técnico pela CBO.
Regra
216 - Critérios para convocação
de dirigentes para competições e eventos internacionais.
a.
Será convocado para
chefe de equipe e delegação o dirigente da administração do desporto que
estiver há mais de quatro anos sem participar de eventos internacionais como
dirigente,
b.
Os dirigentes que desejarem
participar com recursos próprios serão inscritos pela CBO, desde que haja
vaga; mas não contará como representação para efeito da letra “a” desta
regra,
c.
Todo o dirigente que chefiar a delegação Brasileira deverá fazer um relatório
de seu trabalho e apresenta-lo à
CBO, até 30 dias após o retorno do mesmo.
Regra
217 - O Presidente da CBO terá
prioridade para ir ao Congresso da IOF;
Regra
218 - A
Equipe Nacional será convocada no início de cada ano com as seguintes
finalidades:
-
Realizar avaliação física;
-
Realizar avaliação médico-odontológica;
-
Realizar treinamento técnico,
1.
Se houver recursos a equipe será reunida em local determinado pela CBO.
2.
Se não houver recursos os técnicos dos atletas convocados entrarão em
contato com a diretoria da CBO para receber o plano de treinamento.
3.
Os atletas serão convocados nas categorias D/H 18 E , D/H 20 E e D/H 21
E
40.
PRINCÍPIOS DO TRAÇADO DO PERCURSO
Regra
219 – O traçado do percurso deve atender aos seguintes princípios:
-
Escolha da rota,
-
Competição justa,
-
Satisfação do competidor,
-
Proteção da vida selvagem e do meio ambiente,
-
Atender às necessidades da mídia e espectadores.
1.
Escolha da rota
Todo esporte tem sua característica própria. O caráter sem igual da
orientação é escolher e seguir a
melhor rota por um terreno desconhecido contra o relógio. Isto exige
habilidades de orientação, tais como: leitura precisa do mapa, avaliação e
escolha da rota, uso da bússola, concentração sob tensão, tomar decisão rápida,
correr em terreno natural etc.
2.
Competição justa
A Justiça é uma exigência
básica em um esporte competitivo. O percurso deve ser planejado passo a passo,
de modo que a sorte seja eliminada da competição de orientação. O traçador
de percurso tem que considerar tais fatores para assegurar que a competição
seja justa e que todos os competidores enfrentem as mesmas condições durante
todo percurso.
3.
Satisfação do competidor
A popularidade da orientação só pode crescer se os competidores estão
satisfeitos com os percursos que a eles são determinados. Um percurso planejado
cuidadosamente deve assegurar que a duração seja apropriada, que exista
dificuldade física e técnica, além de uma correta colocação do ponto de
controle no acidente etc. O percurso deve satisfazer os competidores.
4.
Proteção da vida selvagem e do meio ambiente
O meio ambiente é sensível. A vida selvagem pode ser perturbada, bem
como o solo e a vegetação podem sofrer danos. O meio ambiente também inclui
as pessoas que vivem na área de competição, muros, cercas, terra cultivada,
edifícios e outras construções etc. Normalmente é possível encontrar
maneiras para evitar interferências e danos nas áreas mais sensíveis. Experiências
e pesquisas mostram que podem ser
organizados eventos grandes em áreas sensíveis, sem dano permanente, desde que
sejam tomadas precauções e que os percursos sejam bem planejados. O traçador
do percurso deve assegurar acesso ao terreno escolhido e identificar as áreas
sensíveis no terreno com antecedência.
5.
Atender as necessidades da mídia e espectadores
A necessidade de dar uma imagem pública e boa do esporte orientação
deve ser uma preocupação permanente para um traçador de percurso. O traçador
de percurso deve envidar esforços para oferecer aos espectadores e para a
imprensa a possibilidade de acompanhar o desenvolvimento da competição tão de
perto quanto possível, sem comprometer a justiça esportiva.
41.
REGRAS BÁSICAS DO PERCURSO DE ORIENTAÇÃO
Regra
220 - TERRENO:
O terreno deve ser escolhido de forma que ofereça condições iguais a
todos os competidores. Para salvaguardar o caráter de esporte, o terreno deve
possibilitar uma corrida satisfatória para testar as habilidades de orientação
dos competidores.
Regra
221 - DEFINIÇÃO DE UM PERCURSO DE ORIENTAÇÃO:
Um percurso de orientação é definido pela partida, pontos de controle
e chegada. Entre estes pontos, que são locados precisamente no terreno e
equivalentemente no mapa, estão as pernadas do percurso, nas quais o competidor
deverá orientar-se.
Regra
222 - PARTIDA:
A área de partida deve ser situada e organizada de modo que possibilite
o seguinte:
-
Existência de uma área de aquecimento,
-
Uma área de espera, onde os competidores não possam ver a
escolha de rota feita pelos outros, (regra 132).
Regra 223 - PERNADAS DO
PERCURSO:
1.
Boa pernada.
a.
As pernadas
são os elementos mais importantes de um percurso de orientação e
determinarão sua qualidade em grande parte,
b.
Uma boa pernada deve
oferecer para os competidores problemas interessantes de leitura do mapa e
conduzi-los por terreno bom com possibilidades de alternativa de rotas para o
indivíduo.
c.
Dentro do mesmo
percurso devem ser oferecidos tipos diferentes de pernadas, algumas delas
baseadas em intensa leitura do mapa e outras contendo escolhas de rotas com
corrida fácil. Também deve haver variações com respeito à extensão da
pernada e dificuldade para forçar o competidor a usar as técnicas de orientação
e velocidade de corrida. O traçador de percurso
deve esforçar-se para fazer mudanças de direção para as pernadas
sucessivas, a fim de forçar os competidores a se reorientar freqüentemente,
d.
É
preferível que um percurso tenha pernadas unidas por trechos curtos, planejados
para valorizar as mesmas, do que uma seqüência de pernadas uniformes de
qualidade inferior.
2.
Pernada Justa:
Nenhuma
pernada deve conter escolhas de rotas que dêem qualquer vantagem ou
desvantagem, que não possam ser previstas através da leitura do mapa por um
competidor sob condições de
competição. Devem ser
evitadas pernadas que encorajem os competidores a cruzar áreas proibidas ou
perigosas.
Regra 224 - OS PONTOS DE CONTROLE:
1.
Locais de pontos de controle:
São colocados
pontos de controle em características do terreno que estão marcadas no mapa.
Estes devem ser visitados pelos competidores na ordem determinada, se a ordem é
especificada, mas seguindo as próprias escolhas de rota deles. Isto exige
planejamento cuidadoso e teste para assegurar justiça. É particularmente
importante que o mapa retrate o terreno com exatidão nas proximidades dos
pontos de controle, e que a direção e distâncias de todos os possíveis ângulos
de aproximação estejam corretos. Os
pontos de controle não devem estar localizados em pequenos acidentes do
terreno, visíveis somente de uma pequena distância, se não houver outros
acidentes evidentes no mapa (pontos de ataque).
2.
A função dos pontos
de controle:
A função
principal de um ponto de controle é marcar o começo e fim de uma pernada de
orientação. Algumas vezes pontos
de controle com outras finalidades específicas precisam ser usados, como por
exemplo, para afunilar os competidores para as bordas de áreas proibidas ou
perigosas. Os pontos de controle também podem servir como pontos para imprensa
e espectadores.
3.
O Prisma:
O equipamento de
controle deve ser colocado conforme as regras para eventos da IOF. Na medida do
possível, o prisma deverá ser
colocado de tal maneira que os competidores só o vejam após terem avistado o
acidente descrito no cartão de descrição do ponto de controle. Por
imparcialidade a visibilidade do prisma deverá ser a mesma, havendo ou não
competidor no local do ponto de controle. Em hipótese alguma deve o prisma
estar escondido. Quando o ponto de controle estiver ao alcance dos competidores,
eles não devem ter que procurar o prisma.
4.
Imparcialidade dos pontos de controle:
Os
locais dos pontos de controle serão escolhidos com grande cuidado e o 'ângulo
agudo’ deve ser rigorosamente evitado, de modo que os competidores que estejam
chegando não sejam conduzido ao ponto de controle pelo mesmo caminho dos que
estão saindo.
5.
Proximidades dos pontos de controle:
Os pontos de
controle de percursos diferentes, colocados perto um do outro, podem confundir
competidores que navegam corretamente para o local do ponto de controle. Só
quando as características dos pontos de controle são nitidamente diferentes no
terreno e também no mapa, devem os
pontos de controle ser colocados mais próximos que 60
metros. Um ponto de controle não pode ser colocado menos que 30 metros de
outro.
6.
A descrição do ponto de controle:
A posição
do prisma em relação ao objeto mostrado no mapa é definida pela descrição
do ponto de controle. A correspondência
entre o objeto no terreno e o ponto de controle marcado no mapa não devem
deixar qualquer dúvida ao competidor. Os pontos de controle que não podem ser
claramente definidos pelos símbolos da IOF não são satisfatórios e devem ser
evitados.
Regra 225 - A CHEGADA:
Pelo menos a
última parte da rota para a linha de chegada deve ser obrigatoriamente
balizada, (regra 142);
Regra 226 - OS ELEMENTOS DE LEITURA DO MAPA:
Em um
bom percurso de orientação os competidores são forçados a se concentrarem na
navegação ao longo da rota. Partes que
não exijam leitura do mapa ou atenção
para navegação devem ser evitadas, a menos que elas sejam o resultado de
escolhas de rota particularmente boas;
Regra 227 – OPÇÕES DE ROTAS:
Rotas
alternativas forçam o competidor a usar o mapa para avaliar o terreno e tirar
vantagem disto. Escolhas de rota fazem os competidoras pensar independentemente
e dividirem-se no terreno, evitando desta forma
o acompanhamento;
Regra 228 - GRAU DE DIFICULDADE -
Anexo “E”:
Para qualquer
terreno e mapa, um traçador de
percurso pode planejar percursos com uma larga margem de variação de
dificuldade. O grau de dificuldade das pernadas pode ser variado, conforme se
faz com que eles sigam mais ou menos de perto os acidentes nítidos no terreno.
Os competidores devem ter a possibilidade de avaliar o grau de
dificuldade de aproximação para um ponto de controle em função da informação
disponível no mapa, e, assim, escolher a técnica apropriada.
Deve ser prestada atenção à habilidade esperada dos competidores,
experiência e habilidade para ler ou entender um detalhe sutil do mapa. É
particularmente importante conhecer o nível certo de dificuldade quando se está
planejando percursos para os novatos e crianças;
Regra 229 - TIPO DE COMPETIÇÃO;
O percurso tem que ser planejado para atender às exigências específicas
do tipo de competição considerada. Por exemplo,
no caso de um percurso de orientação planejado para distância pequena, se
requer um mapa detalhado e um alto grau de leitura e concentração ao longo de
todo o percurso. O percurso planejado para competições de revezamento tem que
considerar a necessidade dos espectadores de acompanharem o desenvolvimento da
competição de perto;
Regra 230 - DEVERES DO TRAÇADOR
DE PERCURSO:
1.
Conhecer o terreno:
O
Traçador de percurso deverá ser completamente familiarizado com o terreno
antes de planejar qualquer ponto de controle ou pernada. O Traçador de percurso também deverá atentar
para o fato de que, no dia da competição, as condições relativas ao mapa e
terreno podem ser diferentes das que existam por ocasião do dia do planejamento
do percurso.
2.
Dar o grau certo de dificuldade:
O
traçador de percurso deve ter sempre em mente que é muito fácil montar
percursos demasiadamente difíceis para os novatos e crianças. O traçador do
percurso deverá ter o cuidado de não avaliar o grau de dificuldade apenas pela
sua habilidade em orientação ou pelo seu condicionamento físico, quando
estiver elaborando um percurso.
Anexo “E”
3.
Usar pontos de controle justos:
Às
vezes o desejo de fazer as melhores pernadas possíveis conduz o
traçador a usar locais inadequados para pontos de controle.
Os competidores raramente notam qualquer diferença entre uma boa pernada
e uma pernada soberba, mas eles notarão
imediatamente se um ponto de controle conduz a uma perda imprevisível de
tempo por estar escondido no local ou com uma descrição de ponto de controle
enganosa;
4.
Colocação dos pontos de
controle suficientemente separados:
Embora
os pontos de controle tenham código numérico, eles não devem estar tão próximos
um do outro, a ponto de causar engano aos competidores que navegam corretamente
para o local do ponto de controle do seu percurso.
5.
Não complicar as escolhas de
rota:
O traçador
pode ver escolhas de rota que nunca serão usadas e pode desperdiçar tempo
construindo problemas complicados. O traçador de percursos deve ter em mente
que os atletas em competição não perdem tempo planejando a rota.
6.
Evitar percursos que não
exijam a parte física:
Devem ser montados percursos de forma que os competidores tenham um equilíbrio
entre a corrida e o jogo técnico para
o nível e habilidade deles.
42.
O TRAÇADOR DE PERCURSO
Regra
231 - O traçador
de percursos é a pessoa responsável pelo planejamento e traçado dos percursos
e deve estar habilitado para compreender e avaliar as qualidades de um bom
percurso, a partir de sua experiência pessoal. Ele também deve estar
familiarizado com a teoria do planejamento dos percursos para atender as exigências
especiais das diferentes categorias e diferentes tipos de competição. O Traçador
de percurso deve estar habilitado a avaliar no
local, os vários
fatores que podem interferir na competição, como as condições do terreno, a
qualidade do mapa, a presença de participantes e espectadores etc. O Traçador
de percurso é o responsável pelos percursos e a corrida dos competidores entre
a partida e a linha de chegada. O trabalho do traçador de percurso deve ser
conferido pelo Árbitro
da prova, sendo esta fiscalização essencial devido às inúmeras oportunidades
de erro que podem ter conseqüências sérias.
43.
CONCIÊNCIA ECOLÓGICA
Regra
232 - A Confederação Brasileira de Orientação,
reconhecendo a importância de manter a preservação da natureza e a prática
da orientação, adotou os seguintes princípios:
1.
Estar
atento da necessidade de preservar o meio ambiente saudável e integrar
este princípio na conduta fundamental da orientação.
2.
Assegurar que as regras da
competição e da organização de eventos estejam bem conscientes
do princípio de respeito para com o meio ambiente e para com a proteção
da flora e fauna.
3.
Cooperar com os proprietários,
autoridades governamentais e organizações ambientais de forma a definir a
melhor prática.
4.
Fazer observar os
regulamentos locais para proteção ambiental, manter a natureza livre do lixo
produzido na competição de orientação e tomar medidas formais para evitar a
poluição.
5.
Incluir a Educação
Ambiental na iniciação desportiva e treinamento de atletas e funcionários.
6.
Exaltar a consciência ecológica
e os problemas ambientais mundiais, de forma que as entidades de prática possam
adotar princípios para salvaguardar a prática da orientação.
7.
As entidades de prática
devem preparar diretrizes de Educação
Ambiental específica para os próprios locais onde atuam.
Anexo
“A1” – Organograma de Partida e Chegada,
Anexo
“A2” - Partida e Chegada do
Revezamento
Anexo
“B” – Cartão de Controle,
Anexo
“C” – Formulário de protesto,
Anexo
“D” – Formulário do Júri Técnico,
Anexo
“E” – Grau de Dificuldade,
Anexo
“F” – Formulário de Candidatura·
Anexo
“G” – Distintivo de Competição
Estas
regras foram aprovadas pela Assembléia Geral Extraordinária da CBO realizada
de 29 a 30 de janeiro de 2005, em Santa Maria – RS.
JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES
Presidente da CBO
CREF2/RS3700