IV CAMPEONATO SUL-MATO-GROSSENSE DE ORIENTAÇÃO
 REGULAMENTO IV CaSMOr / 2005.

 Artigo 1º - DA FINALIDADE

            O presente regulamento tem por finalidade regular os trabalhos dos organizadores das etapas do IV CASMOr no corrente ano.

 Artigo 2º - DA ORGANIZA;AO DO EVENTO

             A Federação de Orientação do Estado de Mato Grosso do Sul ficará responsável pela coordenação e fiscalização do campeonato, no corrente ano.

 Artigo 3º - DA DIVULGAÇÃO DO EVENTO

 A divulgação do evento deverá conter no mínimo as seguintes informações:

1.      Datas e horários;

2.      Prazos e valores das inscrições;

3.      Telefone/FAX ou e-mail para enviar as inscrições e realizar os contatos necessários;

4.      Disponibilidade de alojamentos bem como custos e roupas de cama, hotéis, etc;

5.      Tipos de alimentação/cardápio e custos;

6.      Detalhes do terreno onde será realizada a competição;

7.      Croqui ou mapa para chegar ao local da prova, bem como as condições das vias de acesso;

8.      Comissão Organizadora;

9.      Outras informações que possam ser julgadas úteis.

Artigo 4º - DO CALENDÁRIO

O IV CASMOr será disputado em 05 etapas conforme o calendário abaixo:

ETAPA

                    DATA          LOCAL

Clube

15 Abril

Bonito MS                    FOMS

15 Maio

Bela Vista                     COREL

12 Junho

Amambai                      FOCO

14 Julho

Ponta Porá                   COARA

07 Agosto

Dourados                     COD

    04 Setembro

Coxim                          COTA

09 outubro

Campo Grande            CODAC

Artigo 5º - DAS INSCRIÇÕES

 1. A inscrição deverá ser realizada diretamente com a Comissão Organizadora da prova mediante contribuição abaixo discriminada.

 2. Os competidores podem ser substituídos pela entidade participante até uma hora antes do horário determinado para a partida do primeiro atleta daquela categoria. O atleta substituto deverá ser da mesma categoria do atleta substituído. Esta solicitação será feita por escrito, devendo o clube organizador fornecer um formulário próprio, que será preenchido à mão e assinado pelo presidente ou representante do clube interessado.

 3.                  A data limite para a inscrição será até  10 (dez) dias antes da data da prova, após esta data somente será efetuada na categoria ABERTO.

 4        Atletas oriundos de cidades que não possuam clubes, poderão filiar-se diretamente a federação. 

ATLETAS NÃO FILIADOS

Valor da Inscrição

Atletas não filiados acima de 16 anos

  R$ 15.00 ( quinze reais)   

Até 16 anos de idade, inclusive, não filiados

R$   10,00 (dez reais)

ATLETAS FILIADOS  

Acima de 16 anos de idade

R$   10,00 (dez reais)

Até 16 anos de idade, inclusive

R$   6,00 (seis reais)  

4.                  As inscrições deverão ser encaminhadas de acordo com o modelo da FICHA DE INSCRIÇÃO (Distribuída pela Comissão Organizadora da Prova), a qual deverá ser devidamente preenchida.

5.                  O  valor de R$ 1,00, por atleta inscrito, deverá ser repassado a FOMS, o qual será utilizado na confecção da Premiação final do IV CASMOr.

 Artigo 6º - DAS CATEGORIAS

 1. De acordo com as categorias das Regras Gerais de Orientação Pedestre (RGOP) da CBO, sendo observado as seguintes particularidades:

 Das Classes

          O IV CASMOr  será dividido nas seguintes classes:

          Feminina - designada pela letra “D” (damas);

          Masculina - designada pela letra “H” (homens).

 Grau de Dificuldade (observar o Anexo “E” das RGOP da CBO)

 E   -   ELITE

A   -   MUITO DIFÍCIL

  B -      DIFICIL

N   -   INICIANTES

Sexo

Idade

Grau de Dificuldade

D /H 12

Ate 12 anos                                        N

D/H 14

até 14 anos                                         N

D/H 16

até 16 anos                                         N

D/H 18

15 a 18 anos                                       N                     A

H 21

QUALQUER IDADE                         N         B         A                   E  

D 21

QUALQUER IDADE                         N                    A                     E  

D/H 35

35 a 39 anos                                       N                     A  

D/H 40

Acima de 40  anos                              N                      A  

DN 1 - HN 1

até 14 anos                                         N  (ACOMPANHADOS)

 

       Acima de 15 anos                        N  (ACOMPANHADOS)

 

DN 2 - HN 2

ABERTO

Qualquer idade

A – longo

N - curto

 

2. As áreas deverão ser inéditas;

 3. Para as categorias H/D 14, 12 e 16 e H 40 N e todas as  “INICIANTES”, a escala do mapa deverá ser de 1/5000;

 4. Os Representantes das equipes são os responsáveis pelo enquadramento do Grau de Dificuldade de seus atletas, tendo o cuidado para que atletas de conhecida experiência não sejam inscritos nas categorias “N” (Iniciantes) e assim sucessivamente.

 Artigo 7º - DA PREMIAÇÃO

 1. A premiação em cada uma das etapas será de responsabilidade da entidade organizadora e a premiação geral do Circuito ficando a cargo da Federação, sendo observado o número mínimo de três e o máximo de cinco atletas premiados por categoria.

          Parágrafo único: Os atletas que disputarem menos de 30% das etapas não fazem jus à premiação geral, aproximando para o número subseqüente.

2. Para categorias com 10 (dez) ou menos atletas inscritos, a premiação ofertada poderá ser somente medalhas, para as demais categorias com um número superior a 10 (dez) atletas inscritos, a premiação do primeiro colocado será troféu. Observando que o critério utilizado para uma categoria, deverá ser observada nas outras, bem como a informação, deverá constar no convite.

3. Especial atenção deve ser dada aos troféus oferecidos, devendo ser evitado o troféu tipo "futebol". A orientação é um esporte único, merece portanto, uma premiação distinta.

4. Para as categorias acompanhadas, a premiação deverá ser para todos os atletas inscritos, para evitar a competição entre ambos, tendo em vista que a referida categoria é de caráter didático.

 Artigo 8º - DOS PERCURSOS

 1. Os princípios para o traçado de percurso da IOF deverão ser seguidos;

2. Os percursos deverão ser testados e devem estar de acordo com a habilidade dos competidores. Percursos para distância pequena deverão exigir, em particular, um alto nível de concentração ao longo do percurso, leitura detalhada do mapa, e freqüente tomada de decisão. Percursos para distância clássica deverão requerer escolha de rota;

3.  A extensão dos percursos será medida em linha reta, da partida, passando pelos pontos de controle, até a linha de chegada; salvo no caso das obstruções fisicamente intransitáveis (cercas altas, lagos, precipícios etc.), áreas proibidas e rotas balizadas;

4.  O desnível total corresponderá à subida em metros ao longo da melhor rota e não deverá exceder a 4% da mesma;

 -   O TRAÇADOR DE PERCURSOS de cada etapa deverá montar os percursos, obedecendo os grupamentos de categorias conforme representado no quadro abaixo:

Percurso

Categorias

A

HN1 – DN1 – H 12 N – D12N

B

H14N – D14N  - H16N – D16N

C

D18N – D21N - DN2 – HN2

D

H21N – H18N – ABERTO CURTO –H 40 N

E

H40A – D21A

F

H21A – H35A – ABERTO LONGO -  D21E

G

H21E

H

H 21 B – H 18 A – H45A

     OBS- A critério do traçador do percurso, os percursos com sobrecarga de atletas poderão ser subdivididos.

 

Artigo 9º - DOS PONTOS DE CONTROLE

 1. O ponto de controle locado no mapa deverá constar claramente no terreno, sendo equipado para permitir aos competidores a comprovação de sua passagem;

 2. Cada ponto de controle será marcado por um prisma de base triangular, com faces quadradas de 30 x 30 cm, dividida diagonalmente, sendo o triângulo superior branco e o triângulo inferior laranja (PMS 165);

 3. O prisma será colocado no acidente conforme as características indicadas no mapa e cartão de descrições;

 4. O Ponto de Controle deve permitir ao atleta chegar e sair correndo do prisma;

 5. O Prisma tem que ser visível de maneira que o competidor o veja ao mesmo tempo em que avistar o acidente do lado descrito;

 6. O prisma não pode ficar abaixo do nível do solo, quando no interior de acidentes com menos de cinco metros de diâmetro;

 7. Os acidentes isolados e com menos de cinco metros devem ser evitados para pontos de controle em regiões de n.º 407, 408 e 409;

 8. Nos acidentes longos (mais de cinco metros de extensão) o prisma pode ser colocado na base ou no interior;

 9. O ponto de controle deverá estar situado e o prisma deverá ser colocado de modo que a presença de uma pessoa picotando não ajude significativamente os outros competidores a encontrarem o ponto de controle;

 10. Cada ponto de controle será identificado com um número-código que será fixado no mesmo, de forma que um competidor, ao picotar, possa ler o mesmo claramente. Os números menores que 31 e os números confusos ( 66, 68, 86, 89, 98, 99) não podem ser usados. Os números serão pretos sobre branco, entre 5 e 10 cm de altura e terão a espessura de 5 a 10 mm. Não poderá haver número-código diferenciado em um mesmo ponto de controle;

 11. O percurso não pode ter mais de 30 (trinta) pontos de controle;

 12. Para cada 50 (cinqüenta) competidores que passarem por hora em um ponto de controle, deve ser colocado mais um picotador;

 13. Todo o ponto de controle, com relação ao qual haja preocupações com a segurança, deverá estar vigiado;

 14.  Em competições oficiais o picotador do ponto de controle deve ser fixo.

 Artigo 10º - DOS PONTOS DE  ÁGUA

 1. Se o tempo estimado para o primeiro colocado é de mais de 45 minutos, serão colocados pontos de água a cada 20 minutos da velocidade calculada para o vencedor. Em condições climáticas desfavoráveis, poderá ser oferecida uma solução isotônica;

 2. Os pontos de água não podem ser colocados nos pontos de controle; mas, nas prováveis rotas, e devem estar precisamente locados no mapa.

 Artigo 11º - DOS MAPAS

 1.      Impressão

 a.       Escala 1:10.000

- deverão ser impressas no modo ‘normal’ com boa legibilidade.

 b.    Escala 1:5.000

- poderão ser impressos no modo ‘econômico’, porém deverão apresentar boa legibilidade.

 c.     Fica PROIBIDA a reprodução de mapas do tipo FOTOCÓPIA.

 Artigo 12º - DOS CARTÕES DE PICOTE E DESCRIÇÃO

 1.        O Cartão de Descrição deverá ser preenchido corretamente, principalmente os detalhes constantes das colunas C (local do elemento característico), F (dimensões), G (localização do prisma) e H (água, rádio, fiscal);

 2.        Na primeira linha do Cartão de Descrição, antes do 1º ponto de controle, deverão ser impressos um triângulo na coluna do número do ponto, com a descrição do acidente no terreno;

 3.        O Cartão de Descrição deverá ser impresso no mapa (na frente), ou no verso do cartão de picote;

 4.        A plastificação dos Cartões de Picote deverá ser realizada de forma que facilite o atleta efetuar o picote, ficando bem vedado para que não rasgue ou borre no caso de molhar;

 5.        Somente poderá ser usado o cartão de controle modelo IOF, conforme RGOP.

 Artigo 13º - DA PARTIDA

 1.        Horário: 09:00h (nove horas), o qual deverá ser cumprido rigorosamente, sem atrasos;

 2.        O controle dos horários de partida em cada etapa é de responsabilidade do Diretor da Competição, podendo também ser controlado e/ou fiscalizado por um atleta voluntário de cada categoria;

 3.        As categorias com poucos atletas deverão ter um intervalo de tempo maior que as demais, obedecendo o  seguinte critério:

 Menos de 5 atletas – 15 min ou mais

De 5 a 10 atletas – 10 min ou mais

De 11 a 20 atletas –5 min ou mais

A partir de 21 – 3 min

 4.        Os Diretores das etapas deverão observar para que dois ou mais atletas enquadrados no mesmo grupamento de categorias não partam simultaneamente, pois estarão realizando o mesmo percurso;

 5.        Os atletas que chegarem atrasados na PARTIDA não terão seus tempos alterados, a não ser que tenha ocorrido algum erro do qual a Comissão Organizadora é responsável e, neste caso, o Júri Técnico dará seu parecer quanto aos fatos;

 6.        Deverão ser observadas as Regras 132 e 134 das RGOP da CBO, no constante ao triângulo, o qual deverá estar materializado no terreno por um prisma com um triângulo desenhado no lugar do número e o acidente representado no Cartão de Descrição, sendo balizado o itinerário da PARTIDA ao TRIÂNGULO, onde todos os atletas deverão passar obrigatoriamente e deverá estar em local protegido das vistas dos atletas que ainda não partiram.

 7.   Para todas as categorias deverá ser distribuído, no momento da entrega do cartão de picote, uma cópia do Cartão de Descrição sem plastificar (com dimensão máxima de 17cm X 6cm, consideradas no corte do mesmo) para utilização no suporte de braço;

 8.   Para as categorias N (iniciantes), deverá ser exposto em celotex o Cartão de Descrição;

 Artigo 14º - DA CHEGADA

 1.        O tempo deverá ser cronometrado quando o atleta cruzar a faixa de CHEGADA;

 2.        O funil de chegada será balizado com uma fita ou corda. Os últimos 20 m deverão estar balizados em linha reta;

 3.  A linha de chegada terá pelo menos 3 m de largura e estará em ângulo reto com o corredor (funil) de chegada. A posição exata da linha de chegada será evidente para o competidor que se aproxima e igual para todos os competidores;

 4        Após a CHEGADA, os atletas deverão entregar o Cartão de Picote e o Mapa ao(s) Juiz (es) de Chegada;

 6.        Para facilitar a entrega dos mapas no final da competição, deverão ser afixados sacos plásticos do tipo “sacos de lixo”, com a identificação dos respectivos Clubes ou Entidades, os quais serão entregues ao presidente ou seu representante, logo após a partida do último atleta ou a critério da CO da prova.

7.        Deverá haver água disponível para todos os atletas, tendo-se o cuidado para que os últimos a chegarem não fiquem sem;

 8.        Deverá ser instalado um Posto Médico com ambulância, o qual deverá estar em condições de prestar socorro aos atletas que venham a sofrer algum tipo de acidente.

Artigo 15º - DA APURAÇÃO

 1. A Equipe organizadora deverá agilizar a apuração bem como imprimir parciais das categorias.

 2.      Será exposto aos atletas, para fim de consulta, o Ranking do IV CASMOr, a partir da 2ª etapa, sendo responsável por este a Federação de Orientação do Estado de Mato Grosso do Sul “FOMS”.  

3. Só constará no Ranking sul-mato-grossense os atletas filiados à Federação ou à algum clube de orientação.

 Artigo 16º - DO RESULTADO DAS ETAPAS

 1.      Em cada etapa, os 25 (vinte cinco) primeiros classificados em cada categoria receberão a seguinte pontuação:

10º

11º

12º

13º

14º

15º

16º

17º

18º

19º

20º

21º

22º

23º

24º

25º

40

37

35

33

31

29

27

25

23

21

20

19

18

17

16

15

14

13

12

11

10

9

8

7

6

 2.      Os atletas classificados acima do 25º lugar que completarem o percurso, receberão 3 (três) pontos de bonificação pela participação;

 3. Todos os atletas que competiram em uma categoria que tenha sido anulada pelo JÚRI TÉCNICO, receberão 5 (cinco) pontos de bonificação, sendo mantida a premiação; Caso este percurso tenha sua anulação motivada por  falha da organização, caberá ao clube organizador a devolução integral do valor das inscrições aos atletas da(s) respectiva(s) categoria(s), cabendo aos Presidentes ou Representantes Legais dos clubes dos ressarcidos, o recebimento dos valores em questão.

 4. O resultado final da prova deverá ser oficializado por ocasião da apresentação do Relatório do Evento a FOMS, devendo constar o nome do atleta, classificação, tempo e pontuação, num prazo máximo de 10 dias após a prova.

 5. Também receberão 5 (cinco) pontos os atletas de categorias que tiverem seus percursos anulados pelo Júri Técnico, os quais estejam envolvidos na organização da referida prova, no entanto se o percurso for anulado por motivo de falha da organização, os atletas em questão deixarão de receber a pontuação.

 6. Será permitido ao atleta mudar de categoria no decorrer do campeonato, porém este perderá os pontos acumulados na categoria anterior.

 7. Os atletas participantes do IV CASMOr, impossibilitados de participarem da(s) prova(s) em que estiverem diretamente envolvidos na organização terão nesta prova, a pontuação igual ou equivalente a média de pontos de todas as etapas em que o atleta participou, no presente campeonato, exceto a que trabalhou, como exemplo que se segue:

          - Se o campeonato teve sete etapas e o atleta participou de 4 etapas como competidor e participou da organização de uma prova ou mais e não foi em uma. Somam-se os pontos das 4 etapas que tem pontuação e divide-se por 4. (Obs. este calculo é realizado para a participação do atleta em organização de eventos, no caso para o ano de 2005, até a participação de 2 eventos, descarta-se aí as duas piores pontuação).

          Ex: 1ª Etapa: Não participou;

                2ª Etapa: Somou 33 pontos;

                3ª Etapa: Somou 29 pontos;

                4ª Etapa: Organização;

                5ª Etapa: Somou 31 pontos.  

                6ª Etapa: Organização

                7ª Etapa: Somou 31 pontos

               Cálculo da Média: 31 + 33 + 29 + 31 = 124 : 4 = Média 31 pontos.

               Pontuação final no IV CASMOr: 31 + 33 + 29 + 31 + 31 = 155 Pontos

               OBS: Caso o resultado da média calculada seja um número decimal, proceder-se-á de acordo com o exemplo abaixo:

-         Média 26,4 = 26

-         Média 26,6= 27

-         Primeira casa decimal igual ou menor que 5 (cinco) mantém-se a pontuação, se for maior que 5 (cinco) arredonda-se para a pontuação subseqüente

 8. A Comissão Organizadora deverá descrever em seu Relatório o nome completo dos atletas envolvidos na organização e aplicação da prova, para fins da classificação geral do Circuito.

  Artigo 17º - DO RESULTADO FINAL DO CIRCUITO

 1.        Para efeito de Classificação do III Circuito Sul-Mato-Grossense de Orientação/2004, será considerado o somatório de pontos dos 5 (cinco) melhores resultados obtidos nas 7 (sete) etapas, descartando as duas menores pontuação obtida;

 2.        No caso de dois ou mais atletas empatarem no somatório da pontuação que definirá a classificação final do Ranking, serão observados os seguintes critérios:

1º - número de primeiros lugares conquistados;

2º - número de segundos lugares conquistados;

3º - número de melhores resultados sucessivos;

4º - melhor resultado no último confronto direto.

 Artigo 18º - DA COMISSÃO ORGANIZADORA

 1.      O Diretor da Competição deverá informar a constituição da Comissão Organizadora por ocasião da divulgação do evento.

 2.      A Comissão Organizadora terá a seguinte constituição:

 a.         Diretor da Prova;

b.         Mapeador(es);

c.         Traçador(es) de Percursos;

d.         Árbitro(s) de Partida;

e.         Árbitro(s) de Chegada;

f.           Inscrições e Apuração;

g.         Diretor Administrativo;

h.         Recepção e Alojamentos;

i.           Relações Públicas;

j.           Infra-Estrutura;

 

Artigo 19º - DO JUIZ CONTROLADOR

 1.      Será designado pela IV CASMOr, até trinta dias antes da prova.

 2.      Auxiliará a Comissão Organizadora da prova; ficando o mesmo autorizado a realizar o percurso.

 3.      Organizará o Júri Técnico e coordenará os trabalhos no que refere-se a protestos feitos pelos atletas.

 4.      Os trabalhos realizados pelo Juiz Controlador serão antes do dia da prova ou após a realização do percurso pelo mesmo.

  

Artigo 20º - DO JURI TÉCNICO

 1.  A formação e controle do Júri Técnico ficará a cargo do Juiz Controlador.

 2.  O JÚRI TÉCNICO se reunirá para julgar todos os Protestos apresentados por atletas ou participantes nas   competições do IV CASMOr;

3.      Para a temporada 2005, o JÚRI TÉCNICO de cada etapa será constituído  por 05 (cinco) membros, procurando constar das pessoas abaixo relacionadas:

 a.    01 (um) Representante da Comissão Organizadora da prova;

b.    01 (um) Presidente de Clube;

c.    01 (um) Diretor Técnico;

d.    01 (um) Atleta da Elite;

e.    Juiz Controlador.

 4.      Os Representantes das equipes que tenham seus atletas envolvidos em um Protesto e são Membros Efetivos do Júri, deverão ser substituídos por Suplentes sucessivos;

 5.      Os Membros Efetivos do Júri Técnico que competem na mesma categoria de um atleta envolvido em um Protesto, deverão ser substituídos por Suplentes sucessivos;

 6.      O Representante da Equipe Organizadora, o(s) Representante (s) da (s) Equipe (s) ao qual pertence o(s) atleta(s) envolvido(s) e os demais Suplentes, poderão acompanhar os trabalhos do Júri, desde que não interfiram nas discussões e decisões do mesmo;

 7.      O Diretor da Competição deverá indicar um representante da Comissão Organizadora em condições de prestar todo e qualquer esclarecimento necessário ao JÚRI TÉCNICO bem como preparar um local adequado para este se reunir;

 8. Todos os 5 (cinco) membros do Júri deverão conhecer amplamente as Regras Gerais de Orientação Pedestre (RGOP) da CBO;

 9.        Os Protestos deverão ser entregues ao Diretor da Competição, o qual deverá rubricá-lo, anotar a hora do recebimento e encaminhar imediatamente ao JÚRI TÉCNICO;

10.    Em todos os julgamentos realizados, o JÚRI TÉCNICO deverá emitir sua decisão final por escrito, no próprio formulário de Protesto;

 11.    O Diretor da Competição acatará todas as decisões do JÚRI TÉCNICO. Exemplo: Reabilitar um atleta desclassificado pelo organizador, desclassificar um atleta aprovado pelo organizador, tornar nulo os resultados em uma categoria aprovada pelo organizador ou aprovar resultados declarados inválidos pelo organizador;

 12.    A decisão do JÚRI TÉCNICO é soberana;

 13.    Caso o JÚRI TÉCNICO chegue a um impasse sobre o julgamento de algum Protesto, o qual possa gerar polêmica por não existir um amparo legal, será feito uma consulta formal à CBO, solicitando um parecer da mesma sobre o assunto em questão.

 Artigo 21º  - DO PLANEJAMENTO PARA REALIZAR O EVENTO

 -   A Equipe responsável pela organização do evento deverá realizar seu planejamento com o objetivo de facilitar o desenvolvimento dos trabalhos antecipadamente e evitar atropelos de última hora.

 Artigo 22º - DO UNIFORME

 1.  O uniforme de competição deve atender aos seguintes requisitos:

- É vedado o uso de sapatos de atletismo com cravos.

- É obrigatório ao competidor estar com as pernas e os braços cobertos;

2.  Durante a competição as únicas ajudas de navegação que os competidores podem usar são o mapa, cartão de descrição fornecido pelo organizador e uma bússola;

3. Só podem ser usados equipamentos de telecomunicações na área de competição com a permissão do organizador.

 Artigo 23º - DEMAIS COSIDERAÇÕES

 a. As provas deverão ter grau de dificuldade progressivo, ou seja,   da 1ª Etapa para a ultima, considerando assim o aperfeiçoamento físico e técnico do atleta.

 b. No desenvolvimento desse esporte para iniciantes até a idade de 10 anos deverá ser levado em conta aspectos de conduta infantil. Dessa forma as atividades de orientação deverão ter metas definidas e objetivos iminentes, sempre com o cuidado para que não haja um desgaste físico e/ou mental excessivo, onde então é de grande importância que organizadores detenham-se nos detalhes que venham incidir diretamente na prova, tais como: umidade relativa do ar, temperatura, terreno, vegetação, horário da realização e outros.

 c. O montador de percurso deve tomar conhecimento do Regulamento da Confederação Brasileira de Orientação onde, dentre outros, trata de assuntos como locação de pontos.

 d. Os competidores participam a seu próprio risco. Seguros contra acidentes devem ser de responsabilidade de suas entidades ou deles próprios. A entidade organizadora poderá, a seu critério, incluir na taxa de inscrição um custo adicional para seguro, que não será obrigatório.

 f.        Nas omissões, aplicam-se as regras da CBO, se a omissão persistir a FOMS tomará a decisão final.

g.       Os clubes são responsáveis pela boa apresentaçao dos seus atletas quando da realização da premiação dos mesmos.