Relacionamentos - Pais e Filhos
 Alguns títulos com excelentes informações para os pais!


Como preparar seu bebê para a escolinha e para o seu retorno ao trabalho.

O fim da licença maternidade costuma deixar as mães em um grande dilema: como reagirá o bebê longe dela?

Na verdade, quem precisa de mais preparação emocional são os pais: voltar ao trabalho parece ser mais traumático para eles do que para os bebês. O mais importante é ter certeza de que seu filho ficará em segurança durante o período em que você está no trabalho, seja com uma babá ou na escolinha. É importante que seja um local para o qual você possa telefonar quando quiser saber como ele está se adaptando, principalmente durante as primeiras semanas. Não pense que o seu filho vai "se esquecer" de você! Você continua sendo a pessoa mais importante da vida dele. Mas tente passar bastante tempo com ele quando vocês estiverem juntos em casa.

Chupar dedo tem alguma influência nos dentes permanentes?

A maioria dos dentistas diz que, até os cinco anos, não há necessidade de se preocupar com o hábito de chupar dedo. Até lá, a maior parte das crianças terá desenvolvido outras formas de lidar com o estresse e de se acalmar. A pressão dos amigos e o desenvolvimento natural resolverão esse problema. Provavelmente você não vai conseguir tirar esse hábito de seu filho se ele ainda precisar dele. Quanto mais pressão fizer, mais ele vai chupar o dedo. Não brigue, não tire o dedo da boca, não bata na sua mãozinha, nem o castigue por causa disso. Essas reações simplesmente aumentarão sua vontade de chupar o dedo. Se ele faz isso quando está entediado, arranje uma forma de distrai-lo. Dê mais atenção a ele, abrace, beije-o, converse com ele, não o humilhe, não deixe ele ser envergonhado, etc...

O que fazer para ajudar a criança a lidar com os terrores noturnos.

Durante os episódios de terror noturno, verifique se a criança está bem e com beijos e abraços, fale amorosamente em seu ouvido, dê a ele segurança e após ele ter acordado, converse com ele sobre o sonho e faça uma oração.
Terror noturno é diferente de pesadelo, que é um sonho. Em geral, conseguimos acordar a criança de um pesadelo, que pode até se lembrar do sonho pela manhã. O terror noturno é um estágio de sono muito peculiar entre o sono e a vigília, e pode durar até meia hora. Os olhos da criança provavelmente estarão abertos e a fala é ininteligível. É normal que crianças entre dois e seis anos tenham terror noturno. Apesar de ser aterrorizante para os pais, as crianças não se lembram do que aconteceu e o terror noturno passa com o tempo. ele faz parte das mudanças nos padrões de sono durante o desenvolvimento da criança e não é provocado por experiências traumáticas durante o dia ou por negligência dos pais.

Fale com o seu pediatra se os episódios forem freqüentes e persistirem por mais de algumas semanas seguidas.

O que fazer para ter um contato mais próximo com o bebê durante a gravidez.

Quando falamos sobre gravidez, algumas vezes somos tão técnicos que esquecemos do milagre que ela é. Você terá nove meses de percepção do seu bebê antes de conhecê-lo pessoalmente. Quando ele começar a se mexer (por volta da 16ª semana), você começará a pensar nele constantemente. Há diversas pesquisas sobre as fantasias que mulheres grávidas têm sobre os bebês e essas fantasias são parte do processo de ligação emocional. Mesmo mulheres que vivenciaram terríveis circunstâncias (por exemplo, vícios, guerras, fome) aprenderam a se ligar emocionalmente a seus bebês e você também irá aprender. Viva cada dia de sua gravidez tentando conhecer melhor seu bebê, pense nele com carinho, converse com ele, dedique um tempo para ouvir suas músicas favoritas e refletir sobre suas emoções. Fique tranquila: o elo emocional será tão forte que nunca poderá ser quebrado.

A criança e o hábito de ler.

Muitos pais se preocupam com o desinteresse demonstrado pelos filhos com a leitura.
Como acontece com a maioria dos comportamentos, o hábito da leitura é adquirido ao longo da vida, porém, o processo inicia-se na infância.
Atualmente já existem livros para bebês, feitos de material plástico para serem utilizados enquanto a criança se banha. A medida que a criança cresce, vá apresentando revistas infantis para colorir e introduzindo aos poucos os livros com poucas palavras e muitas figuras de preferência com assuntos do interesse da criança.
À noite ou num horário mais tranqüilo leia pequenos contos de fada para a criança, sempre deixando-a ver o livro e perceber de onde está saindo aquelas belas histórias.

A criança e o computador.

O computador faz parte da rotina de muitas crianças, seja nas escolas, nos cursos de informática e mesmo em casa. Através dele brincam, estudam, conversam e conhecem pessoas e lugares. É importante que os pais participem desta fonte de interesse de seus filhos, pois juntos poderão desvendar os mistérios de cada recurso da máquina.

Falta de jeito, tempo ou interesse não podem servir de desculpas para se inteirar do uso dessa tecnologia, que já é utilizada no nosso dia-a-dia. Bancos, supermercados, consultórios e lojas já o utilizam, e brevemente qualquer estabelecimento comercial não poderá dispensá-lo.

Se os pais não tem tempo de fazer um curso, por que não pedir ao filho para ajudá-los? Garanto que ele terá o maior prazer em fazê-lo e é muito interessante esta troca de papéis. Os pais, que normalmente são os que ensinam, serão, neste caso, os que aprendem. Esta é uma boa oportunidade para conversar e aproximar-se de seus filhos. Vale a pena tentar.

Brincadeiras - Pais e Filhos
 Fique de olho nas dicas para brincar em família!


  • Serra, serra serrador
    Duas crianças se põem de frente e dão as mãos. Depois, ficam balançando os braços, indo e vindo, enquanto falam:
    - Serra, serra, serrador! Serra o papo do vovô! Quantas tábuas já serrou?
    Uma delas diz um número e as duas, sem soltarem as mãos, dão um giro completo com os braços, num movimento gracioso.
    Repetem os giros até completar o número dito por uma das crianças.

    Fonte: Brinquedoteca da USP

  • Passa anel
    Forma-se uma roda de crianças, sentadas, com as mãos juntas, palma com palma.
    Uma delas pega um anel, coloca-o entre as palmas de suas mãos e sai fingindo distribuir o anel dentro da mão de uma delas e depois pergunta:
    "Com quem está o anel? "
    Quem errar paga uma prenda.

    Fonte: Brinquedoteca da USP

  • Jogo do Contrário
    Uma criança é escolhida como líder no grupo.
    Ela ordena para as demais:
    "- Andem para a frente" E elas deverão andar para trás, executando as ordens sempre pelo contrário.
    As crianças que forem errando irão sendo excluídas.
    A última que ficar será a que irá dar as próximas ordens para que a brincadeira prossiga.

    Fonte: Brinquedoteca da USP

  • Futebol de botões
    Indicado para dois jogadores, é disputado em tablado próprio ou numa superfície lisa. O jogo é semelhante ao futebol de campo, com botões- jogadores ou tampinhas que são impulsionados com a pressão dos dedos sobre um dos botões.

    Fonte: Livro - A Arte de Brincar

  • Violinha
    As crianças sentam-se em fila num banco ou numa beira de calçada.
    Quem representa o "Violinha", fica de fora, e vem se aproximando, aos pulos, fazendo as caretas e palhaçadas mais engraçadas que possa imaginar.
    Dirige-se a uma das crianças , procurando fazê-la rir, já que ela tem que ficar séria.
    A primeira criança que rir será o próximo "Violinha".

    Fonte: Portal Folclore Brasileiror

  • Travessia da Floresta
    Traçar no chão um retângulo bem grande (a floresta).
    Dentro ficam três participantes que são os pegadores, fora ficam os demais, à vontade.
    Dado o sinal de início, os jogadores que estão fora tentam cruzar o retângulo, isto é, a "floresta", sem serem pegos.
    Os três jogadores de dentro tentam pegar os outros "forasteiros" que cruzam a floresta de um lado para o outro. Quem for preso, passa a ajudar os pegadores. Ganha o time de pegadores que ficar com mais participantes.

    Fonte: Portal Folclore Brasileiro

  • Jogo do Amigo
    Jogadores espalhados à vontade pela sala, um é escolhido para sair.
    Os outros escolherão, para figurar no jogo, um objeto qualquer: mesa, caneta, etc.
    Será chamado o que estiver ausente.
    - Amigo ou amiga? perguntará ele.
    - Amiga, dirão os outros (se o objeto for do gênero feminino).
    Em seguida, irá indagando de um a um:
    - Como gosta?
    As respostas irão sendo dadas à vontade, evitando repetição:
    Oval, comprida, escura, etc.
    Se, com algumas destas respostas, conseguir adivinhar, escolherá um colega para substituí-lo.
    Caso contrário, retornará ao primeiro, prosseguindo:
    - Para que serve?
    Irão respondendo de acordo com a utilidade do objeto.
    Se ainda não descobrir, dará nova volta, indagando:
    - Como quer?
    Prosseguirá o jogo do mesmo modo.
    O adivinhador terá direito de citar 3 objetos.
    Quando descobrir, será substituído pelo que designar. Se não descobrir, pagará uma prenda.

    Fonte: Brinquedoteca da USP